quinta-feira, 27 de setembro de 2007
domingo=Calzone Lua de Mel
Massa Basica
Ingredientes:
-4 ½ xícaras de farinha de trigo (500gr.)
-2 colheres de sopa de margarina (75gr.)
-2 colheres de sopa de açúcar (24gr.)
-2 colheres de chá de sal (6gr.)
-1 colher de sopa de fermento biológico (15gr.)
-água morna até dar ponto
Ingredientes:
recheio:
-300gr. de ricota passada pela peneira
-100gr. de queijo fundido
-150gr. de presunto picado
-250gr. de queijo mussarela ralado
-1 punhado de salsinha picada
-1 ovo
-sal e pimenta do reino à gosto
Modo de Fazer:
Abra a massa numa superfície enfarinhada, estenda sobre a forma ou grelha e coloque os ingredientes do recheio (de preferência aquecido) somente em meia parte de massa. Pincele as bordas com ovo batido, feche com o pastel e sele pressionando com os dedos a borda para juntar bem os lados. Pincele a superfície com ovo batido, salpique queijo parmesão e leve para assar sobre a forma ou grelha. Vire uma vez para dourar bem.
sábado=Bacalhau assado no forno
Cozer o bacalhau segundo a regra; em seguida, colocar as postas numa travessa de ir ao forno, com azeite, dentes de alho picados, pimenta, sumo de limão e miolo de pão ralado; levar ao forno e assar.
Não precisa de uma quantidade exata para fazer essa receita(de bacalhau).
sexta-feira=Focaccia de Cebola
Massa Básica (Para pizzas, Calzone, Focaccia e Donzeline)
Ingredientes:
4 ½ xícaras de farinha de trigo (500gr.)
2 colheres de sopa de margarina (75gr.)
2 colheres de sopa de açúcar (24gr.)
2 colheres de chá de sal (6gr.)
1 colher de sopa de fermento biológico (15gr.)
água morna até dar ponto
Preparo:
Misture o fermento com dois copos de água morna e uma colher de sopa de açúcar, deixe repousar por alguns minutos. Sobre a mesa, forme ummonte de farinha de trigo, faça um buraco no meio deste e coloque dentro o sal, a margarina e o fermento; misture bem sem sovar e deixe crescer até dobrar de volume. Divida a massa em duas partes, formando duas bolas e deixe crescer.
Recheio:
Ingredientes
500 gr de cebola cortada em fatias finas
250 gr de tomate cortado em rodelas
150 gr de azeitonas pretas e picadas
100 gr de queijo provolone
Preparo:
Frite a cebola em óleo até dourar, reserve. Abra uma parte da massa bem fina. Forre o fundo da forma e unte com óleo. Coloque o recheio espalhando bem a cebola e acrescentando o restante dos ingredientes; abra a outra parte da massa bem fina e estique sobre o recheio, fechando bem as bordas. Pincela com óleo, molho de tomate e parmesão ralado. Leve ao forno até dourar as bordas.
quinta-feira=Torta de Morango
Ingredientes:
-1 caixa pequena de morango
-50 gramas de castanha de cajú picada Kirsch
-1 colher de sopa de manteiga derretida
Para o pão-de-ló:
-2 1/2 xícaras de farinha de trigo
-2 xícaras de açúcar refinado
-8 ovos
Para o chantilly:
-250 gramas de creme de leite fresco
-1 colher de sopa de açúcar refinado
Para a calda:
-1 1/2 xícara de água
-4 colheres de sopa de açúcar refinado
-1 fôrma inox (ou de papelão)
Modo de Fazer:
Pão-de-ló
Ponha na batedeira os 8 ovos e 2 xícaras de açúcar e misture por 10 minutos. Para saber se está no ponto, mergulhe o cabo de um talher e veja se pinga se já estiver firme, sem pingar, está no ponto.
Em outra vasilha, junte massa, manteiga e farinha. Ponha na fôrma com um prato tampado para não vazar. Deixe em forno médio por 25 minutos.
Calda:
Enquanto espera, faça a calda. Misture água como açúcar e deixe por 10 minutos no fogo.
Chantilly:
Bata o creme de leite e o açúcar. Quando começar a firmar, desligue a batedeira.
Torta:
Para montar o bolo, desenforme e retire as camadas escuras de cima e de baixo. Divida em duas partes. Junte um pouco de kirsch à calda de açúcar e molhe bem o bolo. Corte os morangos no meio e enfeite o pão-de-ló. Cubra com chantilly e depois com morango em pedaços. A outra parte do pão-de-ló fica por cima. Jogue a calda de açúcar e mais um pouco de chantilly. Deixe no congelador por 10 minutos. Tire a fôrma e enfeite com castanhas e morangos inteiros.
quarta-feira=Vichyçoise
Ingredientes:
-2 batatas grandes cozidas e amassadas
-meia xícara de creme de leite fresco
-2 colheres de sopa de manteiga
-1 cebola
-4 alhos poró picados
-5 xícaras de caldo de frango
-noz moscada, sal e pimenta
Modo de fazer:
Bata no liqüidificador a batata e o caldo de frango (tem que ser natural feito com os ossos do frango). Junte o alho poró, a cebola e a manteiga. Depois ponha numa vasilha e misture o creme de leite fresco. Tempere com noz moscada, sal e pimenta. Decore com folhas de aipo e está pronta uma sopa deliciosa.
terça-feira=Gazpacho
Ingredientes:
-1 quilo de tomate sem pele e sem sementes
-meio quilo de pepino sem pele e sem sementes
-1 tomate e 1 pepino picados
-2 cebolas grandes picadas
-3 dentes de alho
-1 xícara de suco de tomate de garrafa
-2 colheres de vinagre tinto
-3 colheres de azeite
-meio litro de caldo de carne
-sal e pimenta
Modo de fazer:
Bata o pepino e o caldo de carne (aquela água que sobra quando se cozinha um pedaço de carne) no liqüidificador. Acrescente o tomate e bata até desmanchar tudo. Ponha a cebola e o alho e bata outra vez. Despeje a mistura numa tigela e tempere com sal e pimenta. Junte o tomate e o pepino picados, o suco de tomate, o azeite e o vinagre, mexa bem. Sirva gelada e decorada com tomatinhos cereja partidos ao meio.
segunda-feira=Sobremesa de Chocolate com Nozes
Ingredientes:
-300 gramas de suspiros
-1 lata de creme de leite
-8 colheres de sopa de chocolate em pó
-1 xícara de nozes picadas
-3 colheres de sopa de açúcar
Modo de Fazer:
Quebre os suspiros e misture com o chocolate em pó e o creme de leite. Ponha em uma travessa. Numa panela, misture o açúcar e as nozes, mexendo até dourar. Ponha sobre o creme de chocolate. Leve à geladeira por 15 minutos. A sobremesa está pronta.(Observação não é calda de açúcar é apenas uma mistura para adoçar as nozes. Vai servir para cobertura, não misturando com o creme.)
feriado=Gosto Superior(vegetarianos)
Não tenho dúvida de que a suspensão do consumo de animais faz parte integrante do destino da raça humana em seu aperfeiçoamento gradual.
Thoreau
Sinto que o progresso espiritual requer, em uma determinada etapa, que paremos de matar nossos companheiros, os animais, para satisfação de nossos desejos corpóreos.
Gandhi
A cada ano matam-se 134 milhões de mamíferos e 3 bilhões de aves para alimento nos Estados Unidos. Mas poucas pessoas fa/em qualquer ligação consciente entre esta matança e os produtos cárneos que aparecem em suas mesas. Nos anúncios de lolcvisão um palhaço chamado Ronald McDonald diz às crianças iiic o hamburger nasce nas "formas de hamburger". A verdade não é tão agradável — os matadouros comerciais assemelham-se ;i visões do inferno. Animais a berrar são golpeados por açoites e malho, por choque elétrico e por armas de concussão. Eles são, rnlão, suspensos pêlos pés e transportados através das fábricas da morte em sistemas condutores mecanizados. Muitas vezes, ainda vivos, suas gargantas são furadas e sua carne cortada. Descrevendo suas impressões de uma visita feita a um matadouro, o 1'íinipeão de ténis Peter Burwash escreveu em seu livro A ViWtarian Primer. "Não costumo me amedrontar muito facilmente. Eu jogava hóquei até quando me fizeram engolir metade dos meus dentes. E sou altamente competitivo em quadra de iniis, mas aquela experiência no matadouro aterrorizou-me.
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"ttize aos Outros..."
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Quando saí de lá, eu sabia que nunca mais maltrataria um animal novamente! Eu conhecia todos os argumentos fisiológicos, económicos e ecológicos que apoiavam o vegetarianismo, mas foi a experiência direta da crueldade do homem para com os animais que estabeleceu o verdadeiro alicerce de meu compromisso com o vegetarianismo".
A Grécia e Roma antigas
Considerações éticas sempre têm impelido muitas das maiores personalidades do mundo a adotarem uma dieta vegetariana. Pitágoras, famoso por suas contribuições à Geometria e à Matemática, disse: "Oh! queridos companheiros, não profaneis vossos corpos com alimentos pecaminosos. Nós temos milho, temos maçãs que curvam os galhos com seu peso e uvas crescendo nos vinhedos. Há ervas de sabor doce e legumes que podem ser cozidos e abrandados no fogo, nem se nos nega o leite ou o mel perfumado com menta. A terra proporciona um suprimento exuberante de riquezas, de alimentos inocentes e oferece-nos banquetes que não envolvem derramamento de sangue ou matança; somente as feras satisfazem sua fome com carne, mas nem todas elas, pois os cavalos, o gado e as ovelhas subsistem de grama". O biógrafo Diógenes conta-nos que Pitágoras comia pão e mel pela manhã e legumes crus à noite. Ele também pagava aos pescadores para que estes jogassem sua pesca de volta ao mar.
Em um ensaio intitulado "Acerca do Consumo da Carne" o autor romano Plutarco escreveu: "Podeis realmente perguntar que motivo tinha Pitágoras para se abster de carne? De minha parte não entendo através de que acidente e em que estado de espírito foi que a primeira pessoa sujou sua boca com sangue e levou seus lábios em direção à carne de uma criatura morta, pôs mesas de corpos mortos e em decomposição e ousou chamar de alimento e nutrição as partes que pouco antes haviam bramido e chorado, movimentavam-se e viviam. Como poderiam os olhos suportar a matança em que as gargantas eram perfuradas, a pele
esfolada e os membros arrancados? Como poderia seu nariz aguentar o fedor? Como é que a contaminação não ensombrava seu paladar, o qual fazia contato com as misérias dos outros e sorvia os sucos e os soros de feridas mortais? Certamente não são leões e lobos que comemos para defesa pessoal; pelo contrário, ignoramos estes e chacinamos criaturas dóceis e inofensivas, sem presas ou dentes para nos atacar. Por um pouco de carne tiramo-lhes o sol, a luz e a duração de suas vidas a que elas têm direito por seu nascimento e por sua existência".
Ele, então, lançou este desafio aos carnívoros: "se afirmais ser naturalmente projetados para esta dieta, então primeiramente matais vós mesmos aquilo que desejais comer. Entretanto, lazei isto somente através de vossos próprios recursos, sem ajuda de um cutelo, de um cacete ou de qualquer tipo de machado".
Da Vinci, Rousseau, Franklin...
Leonardo Da Vinci, o grande pintor, inventor, escultor e poeta da Renascença, epitomou a abordagem ética ao vegetarianismo. Ele escreveu: "Aquele que não dá valor à vida não a merece". Ele considerava os corpos dos comedores de carne como sendo locais de sepultamento", sepulturas dos animais que eles comiam. Seus livros e anotações estão cheios de passagens que mostram sua compaixão pelas criaturas vivas. Ele lamentava: "Números incontáveis destes animais terão seus filhos arrancados deles, rasgados e barbaramente trucidados".
O filósofo francês Jean Jaques Rousseau era um defensor da ordem natural. Ele observou que os animais carnívoros são geralmente mais cruéis do que os herbívoros. Ele concluiu, portanto, que uma dieta vegetariana produziria uma pessoa mais compassiva. Chegou mesmo a aconselhar que não se permitisse iiic os açougueiros testemunhassem no tribunal ou que se sentassem no júri. Em The Wealth ofNations (A Riqueza das Nações) o economista Adam Smith proclamou as vantagens de uma dieta ve-iriariana. "Pode-se, de fato pôr em dúvida se a carne dos açougues
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ln:i' ti/is Outros..."
é, de alguma maneira, necessária à vida. Grãos e outros legumes, juntamente com o leite, queijo e manteiga, ou óleo, caso não se tenha manteiga, propiciam a dieta mais completa, saudável, nutritiva e revigorante. Em nenhum lugar o decoro impõe que alguma pessoa deva comer carne". Considerações semelhantes motivaram Benjamin Franklin a se tornar um vegetariano aos dezesseis anos de idade. Franklin lucrou daí "maior progresso dessa maior clareza de pensamento e mais rápida compreensão". Em seus escritos auto-biográficos ele chamava o consumo de carne de "assassinato imotivado". O poeta Shelley era vegetariano convicto. Em seu ensaio "Em Defesa da Dieta Natural", ele escreveu: "Que o defensor da alimentação animal seja forçado a uma experiência da conveniência da mesma e, como recomenda Plutarco rasgue, um cordeiro vivo com seus dentes e, mergulhando sua cabeça nos órgãos vitais deste, mate sua sede com o sangue fumegante... então, e só então, ele teria alguma lógica". O interesse de Shelley pelo vegetarianismo começou quando ele era estudante em Oxford, e ele e Harriet, sua esposa, adotaram a dieta logo após o seu casamento. Em uma carta datada de 14 de março de 1812, sua esposa escreveu a uma amiga: "Nós abandonamos a carne e adotamos o sistema pitagorista". Shelley, em seu poema Queen Mab, descreveu um mundo utópico onde as pessoas não matavam animais para se alimentar.
...agora de não mais
Mata o cordeiro que o olha com confiança, E brutalmente devora sua macerada carcaça, A qual, ainda implorando da natureza a vingança, Atiça todos os humores pútridos de sua devassa: Todas as paixões daninhas, todas as vãs crenças, Ódio, desespero e desprezo em sua mente, Os germes da miséria, morte, crime e doenças.
O escritor russo Leon Tolstoy tornou-se vegetariano em IHX5. Abandonando o esporte da caça, ele defendia o "pacifis-nio vegetariano" e era contrário a que se matassem mesmo as menores entidades vivas, tais como as formigas. Ele sentia haver uma progressão natural da violência que conduzia inevitavelmente a sociedade humana à guerra. Em seu ensaio "O Primeiro Passo", Tolstoy escreveu que o consumo de carne é "simplesmente imo-i;il, visto que envolve a execução de um ato contrário a conduta moral: matar". Tolstoy acreditava que, ao matar, "o homem suprime em si mesmo, desnecessariamente, a capacidade espiritu-íil mais elevada — a da compaixão para com os seres vivos como fie — e, ao violar seus próprios sentimentos, torna-se cruel".
O compositor Richard Wagner acreditava que toda vida era sagrada. Ele via no vegetarianismo a "dieta da natureza", a qual poderia salvar a humanidade das tendências violentas e ajudar-nos a retornar ao "Paraíso há muito perdido".
Em muitas ocasiões de sua vida, Henry David Thoreau foi um vegetariano. Embora sua prática fosse, na melhor das hipó-lf sés, irregular, ele reconhecia suas virtudes. Em Walden ele es-uvvcu: "Não é uma vergonha que o homem seja um animal f arnívoro? É verdade que ele pode viver, e vive, em granda me-ilida, da captura de outros animais; mas isto é uma forma mise-lávcl — como qualquer pessoa que pegar coelhos numa armadilha ou matar cordeiros poderá aprender — e será considerado um benfeitor de sua raça aquele que ensinar às pessoas a st- restringir a uma dieta mais inocente e saudável. Qualquer que seja minha prática, não tenho dúvida de que a suspensão do consumo de animais faça parte integrante do destino da raça humana em seu aperfeiçoamento gradual, da mesma forma que as li ihos selvagens deixaram de ser antropófagas ao entrarem em mulato com as mais civilizadas".
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O Século XX
Desnecessário se faz dizer que Mohandas Gandhi, o grande apóstolo da não-violência do Século XX, era vegetariano. Seus pais, sendo devotos hindus, nunca lhe deram carne, peixes ou ovos. Todavia, sob a regulação britânica, houve uma grande investida contra os princípios milenares da cultura indiana. Debaixo de tais pressões, muitos indianos passaram a adotar os hábitos carnívoros do Ocidente. Mesmo Gandhi foi vítima dos conselhos de alguns de seus colegas de classe que instavam a que ele comesse carne, pois ela aumentaria sua força e coragem. Mas, depois, ele assumiu novamente uma dieta vegetariana e escreveu: "É necessário que se corrija o erro de que o vegetarianismo nos tenha tornado fracos de mente ou passivos ou inertes de ação. Não considero a alimentação carnívora necessária em qualquer etapa". Ele escreveu cinco livros sobre vegetarianismo. Sua própria dieta diária incluía germe de trigo, pasta de amêndoa, hortaliças, limões e mel. Ele fundou a Fazenda Tolstoy, uma comunidade baseada em princípios vegetarianos. Em seu livro A Base Moral do Vegetarianismo, Gandhi escreveu: "Eu considero a alimentação cárnea inadequada à nossa espécie. Erramos ao copiar o mundo animal inferior se somos superiores a ele". Ele percebia que os princípios éticos eram uma base mais sólida para a adesão a um regime vegetariano que as razões de saúde. "Sinto", afirmou ele, "que o progresso espiritual requer, em uma determinada etapa, que paremos de matar nossos companheiros, os animais, buscando satisfazer nossos desejos corpóreos".
O dramaturgo George Bernard Shaw tentou primeiramente tornar-se vegetariano aos 25 anos de idade. "Foi Shelley quem por primeiro abriu meus olhos para a selvageria de minha dieta", escreveu ele em sua auto-biografia. Os médicos de Shaw avisaram-no de que a dieta iria matá-lo. Quando já estava velho, perguntaram-lhe porque ele não mostrava a eles o bem que a dieta lhe fez. Ele replicou: "Eu gostaria, mas eles já faleceram
anos atrás!" Certa vez, alguém lhe perguntou porque ele parecia tão jovem. "Não, eu não pareço", retrucou ele. "Aparento a idade que tenho. São as outras pessoas que parecem ser mais velhas do que são. Que pode você esperar de pessoas que comem cadáveres?" Sobre a correlação entre o consumo de carne e a, violência na sociedade humana, Shaw escreveu:
Oramos aos domingos para que possamos ter luz Que guie nossas passadas na trilha que palmitamos; Estamos saturados de guerra, o conflito não nos seduz; Mesmo assim é dos mortos que nos fartamos.
H. G. Wells escreveu acerca do vegetarianismo em sua visão de um mundo futuro, A Modern Utopia. "Em todo o mundo da Utopia não existe carne. Costumava haver. Mas agora não podemos tolerar a ideia dos açougues. E, em uma população educada e com aproximadamente o mesmo nível de boa condição física, é praticamente impossível encontrar alguém que degole um boi ou um porco... Ainda posso recordar, em minha juventude, a alegria ao fechar o último matadouro".
O escritor Isaac Bashevis Singer, ganhador do prémio Nobel, lornou-se vegetariano em 1962, aos 58 anos de idade. Ele disse: "Naturalmente lamento agora que tenha esperado tanto, mas antes larde do que nunca". Ele julga o vegetarianismo muito compatível com seu sistema místico de judaísmo. "Todos nós somos criaturas de Deus — é incoerente o fato de orarmos a Deus por misericórdia e justiça, enquanto continuamos a comer a carne dos animais que são mortos por nossa própria causa"... Embora aprecie o aspecto saudável do vegetarianismo, ele afirma muito claramente que a consideração ética é primária. "Mesmo que demonstrassem que comer carne faz bem para a saúde, ainda iissim eu certamente não a comeria".
Singer denota pouca paciência com as justificativas inteirei uais para o consumo de carne. "Vários filósofos e líderes
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
domingo=Arrubacão
Ingredientes:
-2 xícaras de chá de arroz
-2 xícaras de chá de feijão verde (aquele que acabou de ser colhido e ainda não secou)
-meio quilo de queijo coalho fatiado
-1 litro de leite fervido
-1 molho de coentro
-pimenta malagueta
Modo de fazer:
Cozinhe o feijão em 3 xícaras de chá de água por 10 minutos em fogo alto. Ponha o coentro inteiro e uma colher de sobremesa de sal. O feijão deve ser cozido numa panela sempre tampada e não deve ficar mole demais. Depois junte a pimenta e o arroz que vai ser cozido no leite. O leite deve ser colocado aos poucos. Ponha uma dose e deixe o arroz secar. Um pouco depois coloque mais um pouco e deixe secar novamente, até colocar o litro todo. Por ultimo ponha o queijo de coalho. Quando o leite ferver deixe em fogo baixo com a panela tampada. Em 15 ou 20 minutos o arroz e o feijão devem estar cozidos e o queijo derretido. Aí sirva na panela mesmo ou se preferir ponha numa travessa. O acompanhamento preferido do nordestino é a carne de sol e o suco de acerola.
sábado= Bacalhau em croquetes
Empregar bacalhau cozido, picar muito fino, juntar-lhe depois um refogado de cebola, salsa picada e uma pitada de pimenta, fazendo o refogado com manteiga e pouco azeite; estando bem ligado, juntar-Ihe um pouco de molho de fricassé sumo de limão e deixar esfriar.
Estando a massa fria, tirar com uma colher a porção suficiente para um croquete; dividir assim toda a massa; em seguida meter, um a um, dentro duma vasilha com pão ralado, ir-lhes dando o feitio com a mão para ficarem bem cobertos de pão ralado; passá-los depois, um a um, por ovos batidos inteiros (gemas e claras); em seguida voltam ao pão ralado e depois depositam-se num tabuleiro polvilhado com pão ralado. Na ocasião de servir, frigir em azeite ou banha de porco.
Nem reclamem essa é portuguesa com certeza.
sexta-feira=Bolinho de Polvilho
Ingredientes:
-3 xícaras de polvilho azedo
-1 xícara de óleo
-1 1/2 xícara de leite
-1 colher de sal
-3 ovos
-Sementes de erva doce
Modo de Fazer:
Numa tigela coloque o polvilho azedo. Ferva o leite com óleo e derrame sobre o polvilho. Mexa bem e deixe esfriar um pouco. Acrescente os ovos inteiros, sal e a erva doce. Misture bem a massa. Faça bolinhas com duas colheres. Ponha no forno bem quente até dourar deixar mais ou menos por 30 minutos.
quinta-feira=Receita de sonhos
Ingredientes:
-1 quilo de farinha de trigo
-1 colher de sopa de sal
-30 ovos
-1 quilo de banha prá fritar
-açúcar e canela prá polvilhar
Modo de fazer:
Despeje a farinha numa panela grande e leve ao fogo prá aquecer. Bote o sal e mexa bem, cuidando prá não queimar. A seguir ponha um litro de água fervente e mexa outra vez. Agora bata numa batedeira potente, porque a massa é pesada. Quando a massa amolecer junte um terço dos ovos, bata outra vez, bote outro terço dos ovos, bata de novo e ponha o restante dos ovos, batendo mais um pouco. A massa está pronta, ela deve ficar fina, caindo da colher. Prá fritar o melhor mesmo é a banha e não o óleo, por que assim fica mais sequinho, e o segredo é fritar devagar. Os sonhos tem que ficar bem cobertos pela gordura, que deve ser mantida aquecida em fogo médio. é preciso tampar a frigideira por meia hora. Mesmo sem fermento os sonhos crescem bastante depois.
quarta-feira=Mousse de Uva
Ingredientes:
-600 gramas de creme de nata fresca
-50 gramas de frutose
-meio copo de leite desnatado
-1 copo de suco de uva concentrado
-3 colheres de sopa de gelatina sem sabor
-200 gramas de uva Itália
Modo de fazer:
Misture o leite e a frutose ao creme de nata. Bata por cinco minutos numa batedeira até ficar uma massa firme. Adicione as uvas picadas e o suco de uva mexendo bem. Numa tigela à parte dissolva a gelatina com um copo de água quente. Misture ao creme. Ponha a massa numa forma de alumínio forrada com plástico prá não grudar. Se preferir pode usar forma de vidro. Leve à geladeira por seis horas. Enquanto você espera a mousse ficar consistente faça a calda.
Ingredientes para a calda:
-1 copo e meio de suco de uva concentrado
-1 colher de sopa de maisena
Modo de fazer:
Dissolva a maisena com um pouco do suco. Leve ao fogo prá engrossar. Despeje a calda fria sobre a mousse desenformada, depois decore com uvas.
terça-feira=Crepe Tornado
Ingredientes:
-1 copo de leite
-1 xícara e meia de farinha de trigo.
-2 ovos
-1 colher de sopa de cerveja
-1 colher de sopa de açúcar.
-1 colher de chá de sal
Modo de Fazer:
Misture os ingredientes até ficar no ponto de fio de óleo, uma consistência bem leve. Depois é só derramar a massa numa chapa bem quente. E, é claro ainda tem o recheio.
Recheio:
Mussarela, kani, alcaparras e massa de camarão preparada com molho de tomate e raspas de maça. Se necessário, engrossar com um pouco maizena. Colocar este recheio no centro da massa, já cozida, fechar e bom apetite.
segunda-feira=Geléia de Pimentão
O pimentão tem apenas 29 calorias/100 gramas, e um alto valor nutritivo. é rico em vitaminas a, b1, b2 e c, fibras que regulam as funções do intestino e caroteno, que protege a pele, ajudando no bronzeamento.
Ingredientes:
-9 pimentões sem as sementes
-1 cebola média
-1 xícara de água
-1 xícara e meia de vinagre branco
-5 xícaras de açúcar cristalizado
Modo de fazer:
Prepare uma calda consistente com o açúcar, o vinagre e a água. Leve ao fogo médio por meia hora, cuidando prá baixar o fogo cada vez que a calda ferver. Enquanto isso bata no liqüidificador o pimentão e a cebola com um pouco de água. Depois coe e misture o que sobrou no coador com a calda. Cozinhe durante mais 30 minutos com o cuidado de afastar a panela do fogo, que deve estar baixo, cada vez que a calda ferver. Guarde a geléia em vidros de conserva. Na geladeira ela dura até um ano. Na receita original o pimentão usado é o vermelho. Mas se você preferir usar o verde ou o amarelo é preciso deixar a geléia cozinhar por mais quinze minutos, porque eles tem mais água. A receita rende um quilo de geléia, que fica uma delícia com pão de queijo e carnes frias.
feriado=Gosto Superior(vegetarianos)
Em seu best-seller de 1975, O Relato do Eco-Espasmo, o futurista Alvin Tojfler, autor de Futuro Choque e de A Terceira Onda, sugeriu uma esperança positiva para a crise alimentar mundial. Ele previu "a ascenção súbita de um movimento religioso no Ocidente que restringiria o consumo de carne de gado, poupando, assim, bilhões de toneladas de cereais e fornecendo uma dieta nutritiva para o mundo como um todo".
Resolvendo o problema da f orne
Francis Moore Lappé, perita em nutrição e autora do best-seller Dietfor a small Planei (Dieta para um Planeta Pequeno), disse em recente entrevista na televisão que deveríamos olhar para um pedaço de bife como para um Cadillac. "O que eu quero di'/.er", explicou ela, "é que nós nos Estados Unidos tornamo-nos dependentes de grandes carros que consomem muita gasolina devido à ilusão do petróleo barato. Da mesma forma, tornamo-nos prisioneiros de uma dieta centralizada na carne, obtida por uma alimentação animal rica em cereais, em decorrência da ilusão do baixo preço destes".
De acordo com a informação compilada pelo Departamen-lo de Agricultura dos Estados Unidos, até 90% de todos os cere-iiis produzidos nos Estados Unidos são utilizados para alimentar iininiais de corte — vacas, porcos, caprinos e galinhas — que aca-imw nas mesas de refeição. No entanto, o processo de se utilizar irreais para a produção de carne é incrivelmente improdutivo.
O Custo Oculto da Carne - O Mito da Escassez
Por exemplo, a informação proveniente do Serviço de Pesquisa Económica do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos revela que conseguimos de volta apenas meio quilo de carne de gado para cada 7 quilos de cereais.
Em seu livro Proteins: Their Chemistry and Politics, o Dr. Aaron Altshul observa que, em unidades de calorias por hectare, uma dieta à base de cereais, legumes e feijão mantém 20 vezes mais pessoas que uma dieta à base de carne. Conforme se verifica atualmente, cerca da metade dos campos de colheitas americanos é utilizada para alimentar animais. Se usassem os campos aráveis da Terra principalmente para a produção de alimentos vegetarianos, o planeta poderia facilmente manter uma população humana de mais de 20 bilhões de pessoas.
Fatos semelhantes a estes levaram os peritos em alimentação a apontar que o problema nutricional do mundo é amplamente ilusório. O mito da "superpopulação" não deveria ser utilizado pêlos defensores do aborto para justificar a matança de mais de 50 milhões de crianças não-nascidas a cada ano em todo o mundo. Mesmo agora já estamos produzindo alimento suficiente para todos no planeta, mas infelizmente o mesmo está sendo repartido de maneira ineficiente. Em relato submetido à Conferência Mundial de Alimentos das Nações Unidas (Roma, 1974), Rene Dumont, uma economista em agricultura junto ao Instituto Agrícola Nacional da França, emitiu a seguinte opinião: "O consumo excessivo de carne pêlos ricos significa fome para os pobres. Deve-se mudar esta agricultura contraproducente — pela supressão de lotes onde se engorda o gado com cereais e mesmo através de uma redução maciça do gado de corte".
As vacas vivas são uma vantagem económica
É por demais claro que uma vaca viva fornece à sociedade mais alimento do que quando morta — sob a forma de fornecimento contínuo de leite, queijo, manteiga, iogurte e outros alimentos ricos em proteína. Stewart Odend'hal, da Universidade
de Missouri, realizou em 1971 um estudo pormenorizado com vacas na Bengala e observou que, longe de privar os seres humanos de alimento, elas comiam somente os restos não aproveitáveis das colheitas (cascas de arroz, bagaços de cana-de-açúcar, etc.) e capim. "Basicamente", disse ele, "o gado converte itens de pouco valor humano direto em produtos de utilidade imediata." Isto deverá pôr de lado o mito de que as pessoas estão passando fome na índia porque não matam suas vacas. É interessante observar que a índia recentemente parece ter superado seus problemas alimentares, que sempre estavam mais relacionados com rigorosa seca ocasional ou com levantes políticos do que com as vacas sagradas. Um grupo de peritos junto à Agência para o Desenvolvimento Internacional, em uma declaração citada no Registro do Congresso para 2 de dezembro de 1980, concluiu: "A índia produz o suficiente para alimentar toda a sua população".
Se lhes for permitido viver, as vacas produzirão alimentos de alta qualidade e ricos em proteína que vão além da imaginação. Nos Estados Unidos há uma tentativa deliberada de imitar a produção de derivados lácteos; não obstante, Sam Gibbons, deputado da Flórida, relatou recentemente ao Cogresso que o governo dos Estados Unidos estava sendo forçado a armazenar "montanhas de manteiga, queijo e leite em pó desnatado". Ele disse a seus colegas: "Temos atualmente cerca de 200 milhões de quilos de manteiga, 250 milhões de quilos de queijo e cerca de 350 milhões de quilos de leite em pó desnatado". O suprimento aumenta cerca de 20 milhões de quilos a cada semana. Com efeito, as 10 milhões de vacas americanas fornecem leite c-m tanta quantidade que o governo libera periodicamente milhões de quilos de produtos derivados do leite para serem distribuídos i-nlre os pobres e os famintos. Fica visível e claro que as vacas l ;is vivas) constituem um dos mais valiosos recursos alimenta-u-s da humanidade.
O Custo Oculto da Carne - O Mito da Escassez
Florescem movimentos que visam salvar da matança as focas, os golfinhos e as baleias — por que, então, não haveria um movimento para salvar as vacas? Isso parece ser uma ideia sensata mesmo que apenas do ponto de vista económico — a menos que você faça parte da indústria da carne, a qual está cada vez mais preocupada com o crescimento do vegetarianismo. Em junho de 1977 o Farm Journal (Jornal Agrícola), uma importante revista comercial, imprimiu um editorial intitulado: "Quem defenderá o bom nome da carne de gado?" A revista instava que os criadores de gado de corte da nação contribuíssem com 40 milhões de dólares para que se financiasse a publicidade e, assim, se mantivesse bem alto tanto o consumo quanto o preço da carne de gado.
Você paga pela carne mais do que pensa
A indústria da carne é uma poderosa força económica e política e, além de despender milhões de seus próprios dólares para promover o consumo de carne, ela também conseguiu controlar uma boa parte de nosso imposto. Falando de forma prática, o processo de produção de carne é tão custoso e desgastante que a indústria necessita de subsídios para sobreviver. A maioria das pessoas não está consciente de como os governos nacionais apoiam intensamente a indústria da carne através de concessões evidentes, de garantias favoráveis de empréstimo e assim por diante. Em 1977, por exemplo, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos comprou 100 milhões de dólares a mais de carne de gado excedente para programas de merenda escolar. Naquele mesmo ano os governos da Europa Ocidental gastaram quase meio bilhão de dólares, comprando dos fazendeiros o excesso de produção de carne e gastaram outros milhões para estocar o mesmo.
Mais impostos são utilizados sob a forma de milhões de dólares que o governo dos Estados Unidos aplica a cada ano para manter uma rede de inspetores, para inspecionar o problema
pouco divulgado das doenças animais. Quando os animais doentes são destruídos o governo paga uma indenização aos donos. Por exemplo, em 1978 o governo americano pagou 50 milhões do dinheiro do imposto de seus cidadãos para indenizações ao controle da brucelose, uma doença semelhante à gripe que aflige o gado e outros animais. Em outro programa o governo dos Estados Unidos fornece empréstimos de 350 mil dólares para os produtores de carne. Outros fazendeiros recebem abono de no máximo 20 mil dólares. Um editorial do New York Times denominou este título de subsídio como sendo "ultrajante", caracterizando-o como "um roubo escandaloso do erário". Apesar de as agências de saúde do governo evidenciarem que há associação entre o consumo de carne e o aparecimento de câncer e de doenças cardíacas, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos continua gastando milhões de dólares na promoção do consumo de carne através de suas publicações e de programas de merenda escolar.
Dano ao meio ambiente
Outro preço que devemos pagar pelo consumo da carne é a deterioração do meio-ambiente. O Serviço de Pesquisa Agrícola dos Estados Unidos considera o sistema de esgoto altamente contaminado dos matadouros e dos pastos de alimentação como uma importante fonte de poluição dos rios e correntes da nação. Está se tornando cada vez mais evidente que as fontes de água pura deste planeta estão não apenas ficando poluídas como também estão sendo esgotadas, e a indústria da carne é especialmente destrutiva. Em seu livro Population, Resourses and Environment, Paul e Anne Ehrlich observaram que, para se cultivar meio quilo de trigo era necessário apenas 27 litros de água, ao passo que a produção de meio quilo de carne requeria entre 1.125 e 2.700 litros de água. E em 1973 o New York Time Post revelou este surpreendente abuso de um valioso recurso nacional — verificou-se que uma enorme instalação para matar galinhas estavautilizando 378 milhões de litros de água por dia! Este mesmo volume poderia suprir uma cidade de 25 mil habitantes.
Conflito social
O processo desgastante da produção de carne, que requer maiores extensões de terra do que a agricultura dos vegetais, tem sido uma fonte de conflito económico na sociedade humana por milhares de anos. Um estudo publicado em Plant Foods for Human Nutrition revela que meio hectare de cereais produz cinco vezes mais proteínas do que meio hectare de pastagem reservado à produção de carne. Meio hectare de espinafre, 28 vezes mais proteína. Fatos económicos como estes eram conhecidos dos antigos gregos. Na República de Platão, Sócrates, o grande filósofo grego, recomendava uma dieta vegetariana porque ela permitiria ao país usar de maneira mais inteligente seus recursos agrícolas. Ele alertou que, se as pessoas começassem a alimentar-se de animais, haveria maior necessidade de campos de pastagens. "E a nação que era capaz de sustentar seus habitantes originais se tornará, agora, muito pequena; e isso não é bastante?", perguntou ele a Glauco, o qual respondeu que isto era de fato verdadeiro. "E, consequentemente, iremos à guerra, Glauco, não iremos?" Ao que Glauco replicou: "Com toda a certeza".
É interessante notar que o consumo de carne desempenhou um notável papel em muitas das guerras durante a era da expansão colonial europeia. O comércio de especiarias com a índia e com outras nações do Oriente foi motivo de grande contenção. Os europeus mantinham-se com uma dieta de carne preservada com sal. Com o objetivo de dissimular e variar o sabor monótono e desagradável de sua comida, eles compravam avidamente grandes quantidades de temperos. Tão colossais eram as fortunas feitas com o comércio de especiarias que os governos e os mercadores não hesitavam em valer-se das armas para garantir as fontes de suprimentos.
Na era atual, ainda existe a possibilidade de conflitos de massa tendo como base o alimento. Em agosto de 1974, a Agência Central de Inteligência (CIA) publicou um relato avisando que em futuro próximo poderá não haver alimento suficiente para a população do mundo, "a menos que as nações ricas diminuam rápida e drasticamente seu consumo de animais criados com cereais".
Poupando dinheiro
através de uma dieta vegetariana
Desviemo-nos, agora, da situação geopolítica do mundo e dirijamo-nos a nossos próprios livros. Embora não se divulgue amplamente, os cereais, os feijões e o leite são uma fonte excelente de proteína de alta qualidade. Peso por peso, muitos alimentos vegetais são fontes mais ricas deste nutrimento do que a carne. Uma porção de 100 gramas de carne contém apenas 20 gramas de proteína. Outro fato a ser considerado é que a carne contém mais de 50% de água por peso. Comparativamente, uma porção de 100 gramas de queijo ou de lentilhas fornece 25 gramas de proteína ao passo que 100 gramas de soja fornecem 34 gramas de proteína. Mas, embora a carne forneça menos proteína, ela custa muito mais. Uma análise local nos supermercados de Los Angeles em agosto de 1983 revelou que um quilo de lombo de vaca custava 3,89 dólares, ao passo que ingredientes essenciais para deliciosas refeições vegetarianas custavam em média, menos de cinquenta centavos por quilo. Um copinho de 227 gramas de requeijão ao custo de 59 centavos de dólar provê 60% da necessidade mínima diária de proteína. Ao se tornar vegetariana, cada pessoa que faz as compras da casa poderia economizar pelo menos centenas de dólares por ano e milhares de dólares ao lon-f,o de sua vida. Como um todo, os americanos poupariam bilhões de dólares anualmente. Considerando tudo isto, torna-se difícil compreender por que alguém não se tornaria vegetariano.
proxima postagem,Gosto Superior(vegetarianos)
terça-feira, 25 de setembro de 2007
domingo=Compota de Limão
Ingredientes:
-1 dúzia de limão
-meio quilo de açúcar
-6 cravos
Modo de Preparar:
Lixe a casca do limão com um pedaço de telha. Isso facilita a saída do sumo da fruta, fazendo com que o cozimento seja mais rápido. Corte uma rodela do limão na parte do talo. Em seguida, coloque numa panela e cubra com água, deixando cozinhar por uma hora e meia. Escorra a água e, com muito cuidado, retire toda a parte interna da fruta. O segundo processo é para tirar a acidez do limão. O limão já oco, apenas com a casca, volta para a panela com água. Só que você tem que ter um cuidado. nunca deixe a água ferver. quando ela estiver quente, escorra e coloque água limpa, faça isso quantas vezes for preciso, para que, ao experimentar a água, ela não esteja nem azeda nem amarga. Essa é a hora de fazer a calda. Dissolva o açúcar em dois copos de água e acrescente os cravos, deixando ferver. Junte as cascas dos limões. O doce está pronto quando a calda estiver assim cremosa, mas fina. O doce pode ser servido como está ou ainda com muitas variações.
sábado=Congrio Chileno
Ingredientes para uma pessoa:
-150 gramas de file de congrio, que você encontra nas maiores peixarias e supermercados...
-3 dentes de alho
-2 colheres de sopa de azeite de oliva
-2 batatas cozidas
-meia taça de vinho branco
-100 gramas de picles ou verduras cozidas
-sal e pimenta
-coentro e salsa para decorar
Modo de Preparar:
O alho picado vai para a frigideira com o azeite de oliva até dourar. Frite o congrio. Vá virando sempre para que não queime. Adicione sal, pimenta e o vinho branco. Depois, acrescente as batatas e o picles ou as verduras cozidas. Mais cinco minutos em fogo baixo e está pronto. é só colocar num prato e decorar com coentro e salsa...
sexta-feira= Batata à Parmentier
Ingredientes:
-1 frango inteiro
-1 pacote de espaguete
-1 tomate grande(corte em cubinhos)
-1 cebola (ralada)
-2 dentes de alho (amassados)
-sal, pimenta e colorau
-70 g de manteiga
-2 ovos
-queijo ralado
Modo de Preparar:
Depois de cortar o frango ao meio, tirar a espinha e aparar as asas, corte-o em quatro partes e tempere sal e pimenta. Espalhe o alho no frango e uma pitada de colorau. Para o frango ficar bem saboroso tem um segredinho. é bom descansar uma noite nos temperos. O que a gente chama de dormir. Mas para a dona-de-casa que nem sempre tem tempo para isso, já há uma solução cobrir bem com papel laminado. Enquanto o frango está assando, vamos ao espaguete. Com o macarrão já cozido, derreta a manteiga numa frigideira.
Refogue o alho, a cebola e o tomate. Espere cinco minutos e acrescente as duas gemas de ovo. Em seguida, um punhado de queijo ralado, a metade do pacote, para dar gosto. Misture o macarrão e mexa bem. Com o macarrão já no prato, coloque o restante do queijo ralado. Depois de ficar por quarenta e cinco minutos no forno médio e mais vinte em forno quente, o frango está bem douradinho para ir a mesa.
quinta-feira=Frango Tropical
Ingredientes:
-1 frango
-2 colheres de sopa de manteiga
-1 concha de caldo de carne
-1 copo de suco de laranja
-1 colher de sobremesa de laranja
-1 colher de sobremesa de mel
-Pimenta do reino a gosto
-Sal a gosto
-Frutas à vontade
Abacaxi, pêssego, cereja, figo, goiaba, morango, ameixa em calda
Modo de fazer:
Corte o frango e tire os ossos. O prato será feito com peito e coxas. Tempere com sal e pimenta. Frite em uma colher de manteiga em fogo médio, primeiramente do lado da pele.
Molho
Derreta uma colher de manteiga. Despeje o suco de laranja e o mel. Ferver por 5 minutos. Despeje o caldo de carne. Enfeite o prato com alface as frutas cortadas, tomate e salsinha. Despeje o molho sobre o frango e as frutas. Sugestão de acompanhamento arroz colorido chinês.
quarta-feira=Farofa de Maracujá
Ingredientes:
-meia xícara de azeite de oliva
-2 cebolas médias picadas
-1 xícara de fubá
-1 xícara de farinha de milho
-2 maracujás
-sal
Modo de Preparar:
Despeje o azeite em uma panela Espere aquecer e junte a cebola. Deixe dourar. Agora acrescente a poupa do maracujá com semente e tudo. mexa, depois de cozinhar um pouco, despeje o fubá e a farinha de milho, tempere com sal.
terça-feira=Bombom Gelado de Acerola
Ingredientes:
-1 litro de leite
-2 xícaras de açúcar
-1 xícara de leite em pó
-1 colher de sopa rasa de liga neutra
-1 colher de sobremesa de emulsificante (os dois produtos são encontrados em casas onde vendem produtos para panificadoras)
-1/2 kg de acerola
Modo de Preparar:
Bata no liqüidificador a acerola e o leite. Coe. Coloque o leite em pó e o açúcar e bata novamente. Agora coloque a liga neutra e bata mais um pouco. Coloque a mistura num pote e leve ao freezer por no mínimo quatro horas. Retire a mistura e bata novamente no liqüidificador com o emulsificante durante três minutos. Leve ao freezer até endurecer. Para fazer os bombons, separe 500 gramas de chocolate. Derreta a metade em banho Maria. Misture o restante e mexa até resfriar. Agora passe o chocolate com um pincel em forminhas para bombons. Coloque sobre um papel alumínio e leve ao frezzer. Repita o processo duas vezes. Recheie os bombons com o sorvete de acerola e cubra com chocolate. Leve ao freezer por cinco minutos. Agora é só tirar da forma. Com o sorvete você pode fazer também um milk shake...é só bater duas bolas com leite e açúcar...
segunda-feira=Doce de abóbora
Ingredientes:
-1 quilo de abóbora em cubos
-600 gramas de açúcar
-cravo e canela a gosto
Modo de fazer:
Ponha todos os ingredientes numa panela de pressão, tampe e deixe assim por três horas. Depois leve ao fogo. Quando a panela começar a apitar, abaixe o fogo e espere 15 minutos. Depois desligue o fogo e deixe o doce esfriar.
Ingredientes
Massa
-4 ovos
-3/4 de xícara de açúcar
-200 ml de creme de leite
-1/4 de xícara de suco de laranja
-1/2 colher de sopa de raspas de laranja
-1 colher de chá de gelatina em pó sem sabor dissolvida em duas colheres de sopa de água
Calda
-1 xícara de açúcar
-1 xícara de suco de laranja
-3 colheres de chá de casca de laranja em tirinhas
-1/4 de xícara de água
-1 xícara de coco ralado Tostado
Mode de fazer:
Antes de começar a receita, forre 1 forma com filme plástico e leve ao congelador. Numa panela junto os 3/4 de xícara de açúcar, com 1/4 de xícara de suco de laranja. Mexa até o açúcar dissolver e use colher de metal para não açucarar. Depois que ferver não mexa mais. Está pronto quando você levantar a colher e ficar 1 fio leve. Na batedeira, bata os 4 ovos inteiros. Até ficar 1 mistura espessa, leve e clarinha. A seguir, junte a gelatina sem sabor a 2 colheres de sopa de água e leve ao banho Maria para dissolver. Junte aos ovos batidos, o suco fervido e a gelatina. Agora bata em separado o creme de leite até formar picos macios e junte ao primeiro creme misturando de leve só com uma colher. Por último, a raspa de casca de laranja. Despeje na forma, cubra com os lados do filme e leve ao congelador por mais ou menos seis horas. Enquanto isso, faça a calda. Numa panela misture 1 xícara de açúcar e 1/4 de xícara de água. Mexa até dissolver. Um segredo para não grudar o açúcar, passe um pincel molhado nas bordas. Quando começar a escurecer, vá mexendo só a panela. Ao ficar bem dourado, junte o suco de laranja e as tirinhas da casca. Primeiro a calda endurece e logo derrete de novo. Desenforme o semifredo e num prato, cubra com coco ralado e despeje a calda de laranja. Enfeite com rodelas de laranja e folhas de hortelã. Fica geladinho, macio e com um gosto suave sem ser muito doce.
feriado=Gosto Superior(vegetarianos)
Também tão importante quanto os ingredientes que você usa para cozinhar é a sua consciência. Gosto Superior mostra :omo qualquer pessoa pode transformar uma rotina diária em uma experiência bem aventurada e iluminante. O ato de preparar alimento vegetariano que não acarreta karma é uma parte integrante do mais elevado sistema de yoga e meditação descrito nos ensinamentos intemporais da literatura védica indiana. No Bhagavad-gïtã o Senhor Krsna afirma: "Se alguém Me oferecer, com amor e devoção, uma folha, uma flor, frutas ou água, Eu as aceitarei". A pessoa que prepara alimento vegetariano puro e natural e em seguida o oferece ao Senhor Supremo automaticamente sentirá o despertar do sublime prazer espiritual no coração.
O Senhor Supremo é descrito nos Vedas como o reservatório de todo o prazer e, para aumentar Seu prazer, Ele Se expande -través de Sua energia de prazer em incontáveis seres vivos que têm o propósito de compartilhar de Seu desfrute. Todos nós somos partes dessa potência eterna de prazer e, pelo simples ato de prepararmos o alimento para o prazer de Deus, podemos experimentar gozo transcendental. Você perceberá isso tão logo saboreie a comida que você ofereceu. Como disse o ex-beatle George Harrison certa vez em uma entrevista: "Quando você sabe que alguém cozinhou algo com relutância, isso não tem um sabor tão agradável quanto o alimento que, feito para atrair e agradar a Deus, é-Lhe oferecido primeiramente. Basta isto para que o alimento fique muito mais saboroso". É isso que queremos dizer com "um gosto superior".
O Capítulo Primeiro revela como a pesquisa médica moderna mostra grandes relações entre o consumo de carne e as doenças fatais, como o câncer e doenças cardíacas. O Capítulo Segundo expõe o mito da escassez alimentar mundial e esclarece as vantagens económicas que a dieta vegetariana propicia à sociedade e ao indivíduo. No Capítulo Terceiro, demonstram-se os fundamentos éticos do vegetarianismo, focalizando os escritos de alguns dos maiores líderes religiosos, escritores e filósofos do mundo, dentre os quais Pitágoras, Platão, Leonardo da Vinci, Rousseau, Franklin, Shelley, Tolstoy, Thoreau, Gandhi e outros. Também se examina o princípio da não-violência, conforme defendido nos ensinamentos do judaísmo, cristianismo, budismo e hinduísmo. Uma análise de como as leis do karma e a reencarnação se relacionam com o vegetarianismo forma a base do Capítulo Quarto. O Capítulo Quinto explica em pormenores a lógica e os procedimentos de se oferecer alimento vegetariano ao Senhor Supremo como parte do sistema de bhakti-yoga. No Capítulo Sexto, trechos dos escritos de Srïla Prabhupãda, a maior autoridade sobre a cultura védica, fornecem um resumo muito conciso e de fácil leitura da filosofia por trás da dieta vegetariana espiritual delineada em Gosto Superior.
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Saúde e uma Dieta que não Contenha Carne
A indagação central acerca do vegetarianismo consistiria em perguntar se é saudável eliminar-se a carne e outros alimentos animais. Agora, entretanto, a questão principal é se é mais saudável ser um vegetariano do que um carnívoro. A resposta a ambas as perguntas, tomando como base a evidência disponível hoje em dia, parece ser um sonoro sim.
Jane E.Brody New York Times News Service
Hoje em dia, com a crescente evidência do efeito crítico da dieta na saúde e na longevidade, um número cada vez maior de pessoas está levantando esta pergunta: Ao corpo humano é mais apropriada uma dieta vegetariana ou uma dieta que inclua carne?
Na busca das respostas deve-se considerar duas áreas — a estrutura anatómica do corpo humano e os efeitos físicos do consumo de carne.
Visto que o ato de comer principia nas mãos e na boca, o que poderá nos revelar a anatomia destas partes do corpo? Os dentes humanos, da mesma forma que aqueles dos herbívoros, são projetados para mastigar e triturar substâncias vegetais. Os seres humanos não possuem os agudos dentes frontais que se destinam a cortar carne e que são característicos dos carnívoros. Os animais que comem carne geralmente deglutem seu alimento sem mastigá-lo e, portanto, não necessitam de molares ou de uma mandíbula capaz de mover-se lateralmente. Também a mão humana, sem unhas aguçadas e com seu polegar que pode fazer oposição aos outros dedos, é mais adequada para colher frutos e vegetais do que para capturar uma presa.
Digerindo a carne
Uma vez no estômago, a carne necessita de sucos digestivos altamente concentrados em ácido clorídrico. Os estômagos dos seres humanos e dos herbívoros produzem menos de um vigésimo de concentração de ácidos em relação aos carnívoros.
Outra diferença crucial entre o carnívoro e o vegetariano é encontrada no trato intestinal, onde o alimento é digerido mais ainda e os nutrientes passam para o sangue. Um pedaço de carne é parte de um cadáver, e sua putrefação cria catabólicos venenosos dentro do corpo. Dessa forma a carne deverá ser eliminada rapidamente. Com este objetivo os carnívoros possuem canais alimentares que são apenas três vezes o tamanho de seu corpo. Desde que o homem, da mesma forma que outros animais que não comem carne, possui um canal alimentar doze vezes o tamanho de seu corpo, a carne em rápida decomposição fica retida por um tempo mais longo, produzindo uma grande quantidade de efeitos tóxicos indesejáveis.
Um órgão do corpo que é afetado desfavoravelmente por estas toxinas são os rins. Este órgão vital, que elimina os catabólicos do sangue, é sobrecarregado pelo excesso de veneno introduzido pelo consumo de carne. Mesmo os que comem carne moderadamente necessitam que seus rins trabalhem três vezes mais em relação aos vegetarianos. Os rins de uma pessoa jovem podem ser capazes de aceitar este desafio, mas à medida que a pessoa envelhece o risco da doença e insuficiência renal aumenta grandemente.
Doença cardíaca
A incapacidade do corpo humano de lidar com gorduras animais em excesso é outra indicação de que o consumo de carne não é algo natural. Os animais carnívoros podem metabolizar quantidades quase ilimitadas de colesterol e de gorduras sem quaisquer efeitos adversos. Em experiências com cachorros, foram adicionados até 225 gramas de gordura de leite à sua dieta diária em um período de dois anos sem que ocorresse absolutamente qualquer alteração em seu nível sérico de colesterol.
Por outro lado, seres vegetarianos têm uma capacidade muito limitada de lidar com qualquer nível de colesterol ou de gordura saturada que ultrapasse o limite requerido pelo corpo. Quando há consumo excessivo no decorrer de muitos anos, depósitos gordurosos (placas) acumulam-se nas paredes internas das artérias, desencadeando o aparecimento de uma condição conhecida como arterosclerose, ou endurecimento das artérias. Uma vez que as placas depositadas dificultam o fluxo de sangue para o coração, aumenta-se tremendamente o potencial para ataques cardíacos, derrames e coágulos sanguíneos.
6 Gosto Superior
Em 1961 o Journal ofthe American Medicai Association (Jornal da Associação Médica Americana) afirmou que 90 a 97% das doenças cardíacas, causa de mais da metade das mortes nos Estados Unidos, poderiam ser prevenidas através de uma dieta vegetariana.' Estes achados são fortalecidos por um relato da Associação Médica Americana, que declara: "Em estudos bem documentados de populações utilizando métodos padronizados de dieta e avaliação de doença coronária... a evidência sugere que uma dieta de gorduras altamente saturadas é um fator essencial para uma alta incidência de doença cardíaca coronária".2 A Academia Nacional de Ciências também relatou recentemente que o alto nível de colesterol sérico encontrado na maioria dos americanos é um fator importante na "epidemia" de doença cardíaca coronária nos Estados Unidos.3
Câncer
Uma evidência a mais da inconveniência do trato intestinal humano para a digestão de carne é a relação, estabelecida por numerosos estudos, entre o câncer de cólon e o hábito de comer carne.4 Uma razão para a incidência de câncer é o conteúdo rico em gorduras e pobre em resíduos de uma dieta centralizada na carne. Isto resulta em um trânsito lento através do cólon, permitindo que os detritos tóxicos executem seu dano. O Dr. Sharon Fleming do Departamento de Ciências Nutricionais da Universidade da Califórnia em Berkeley afirma: "Parece que a fibra na dieta ajuda a reduzir a frequência de... câncer de cólon e câncer retal".5 Além do mais sabe-se que enquanto digerida, a carne produz metabólitos esteróides que têm propriedades carcinogcnicas (que produzem câncer).
À medida que as pesquisas continuam, a evidência correlacionando o consumo de carne com outras formas de câncer está se acumulando a uma velocidade alarmante. A Academia Nacional de Ciências relatou em 1983 que "as pessoas serão capazes de prevenir muitos tipos de câncer ao comer menos
Saúde e uma Dieta que não Contenha Carne l
carnes gordurosas e mais legumes e grãos".6 E em seu Notes on the Causation of Câncer (Anotações Acerca da Causa do Câncer), Rollo Russel escreve: "Verifiquei que entre 25 países alimentando-se amplamente de carne, 19 apresentavam uma alta incidência de câncer e apenas um mostrava baixa incidência, e que entre 35 países alimentando-se de pouca ou nenhuma carne, nenhum apresentou uma alta incidência".7
Alguns dos resultados de maior impacto na pesquisa do câncer vieram da exploração dos efeitos das nitrosaminas. As nitrosaminas formam-se quando as aminas secundárias, prevalecentes na cerveja, no vinho, no chá e no cigarro, reagem, por exemplo, com conservantes químicos na carne. A entidade chamada Food and Drug Administration considerou as nitrosaminas, "um dos grupos de carcinógenas mais versáteis e formidáveis jamais descobertos, e seu papel... na etiologia do câncer humano tem causado crescente apreensão entre os especialistas". O Dr. William Lijinsky do Laboratório Nacional de Oak Ridge conduziu experimentos nos quais os animais testados foram alimentados com nitrosaminas. Dentro de seis meses ele encontrou tumores malignos em 100% dos animais. "Os cânceres", disse ele, "estão espalhados por toda a parte, no cérebro, nos pulmões, no pâncreas, no estômago, no fígado, nas supra-renais e nos intestinos. As funções orgânicas dos animais viram uma grande confusão".8
Substâncias químicas perigosas na carne
Numerosas outras substâncias químicas potencialmente perigosas, das quais os consumidores não estão geralmente inteirados, estão presentes na carne e seus derivados industrializados. Em seu livro Poison in Your Body (Venenos em seu Corpo), Gary e Steven Null dão-nos uma visão interna dos artifícios utilizados nas fábricas institucionalizadas de produtos animais. Os animais são mantidos vivos e engordados através da administração contínua de tranquilizantes, hormônios, antibióticos e go.ïío Superior
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2.700 outras drogas", escrevem eles. "O processo começa antes mesmo do nascimento e continua muito tempo após a morte. Embora tais drogas ainda estejam presentes na carne quando você a come, a lei não exige que elas sejam enumeradas.
Uma das substâncias químicas é o dietilstilbestrol (DÊS), um hormônio que promove o crescimento e que tem sido usado nos Estados Unidos durante os últimos 20 anos a despeito dos estudos que demonstraram ser ele carcinogênico. Proibido em 32 países por ser considerado um sério perigo à saúde, ele continua sendo usado pela indústria da carne dos Estados Unidos, possivelmente porque a entidade chamada Food and Drug Administration calcula que ele poupe mais de 500 milhões de dólares anualmente aos produtores de carne.
Outro popular estimulante do crescimento é o arsénico. Em 1972 o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos verificou que este veneno bem conhecido excedia o limite legal em 15% nas aves de criação da nação.9
O nitrato e o nitrito de sódio, substâncias químicas usadas como conservantes para retardar a putrefação da carne defumada e de derivados da carne, inclusive presunto, toucinho, salame, linguiça e peixe, põem, também, a saúde em risco. Estas substâncias químicas dão à carne uma aparência vermelho-brilhante ao reagir com os pigmentos do sangue e do músculo. Sem estas substâncias a tonalidade marrom-acinzentada natural da carne morta afastaria muitos consumidores em perspectiva.
Infelizmente estas substâncias químicas não distinguem o sangue de um cadáver do sangue de um ser humano, e muitas pessoas acidentalmente sujeitas a quantidades excessivas morreram de envenenamento. Mesmo quantidades menores poderão ser perigosas, especialmente para crianças ou bebés e, portanto, o Comité Abalizado das Nações Unidas sobre Aditivos no Alimento — a Organização para Alimento e Agricultura e a Organização Mundial da Saúde (OAA-OMS) em conjunto — alertou: "Em nenhuma hipótese deve-se adicionar nitrato ao
alimento do bebé". A. J. Lehman da Food and Drug Administration apontou que, "existe uma pequena margem de segurança entre a quantidade de nitrato que não é prejudicial e aquela que pode ser perigosa".
Em decorrência das condições sujas e amontoadas a que os animais são forçados pela indústria da carne de corte, faz-se necessário o uso de grandes quantidades de antibióticos. Mas tal uso exacerbado de antibióticos propicia o aparecimento de bactérias resistentes aos mesmos, as quais são transmitidas àqueles que comem a carne. A Food and Drug Administration estima que a penicilina e a tetraciclina poupam 1,9 bilhões de dólares por ano à indústria da carne, o que lhe dá razão suficiente para fazer vistas grossas aos perigos potenciais à saúde.
O trauma de ser chacinado também acrescenta "venenos da dor" (tais como estimulantes fortíssimos) à carne. Estes juntam-se no sangue do animal aos detritos que não foram eliminados, tais como a ureia e o ácido úrico, contaminando ainda mais a carne comida pêlos consumidores.
Doenças na carne
Além das substâncias químicas perigosas, a carne frequentemente contém doenças dos próprios animais. Apinhados em condições sujas, alimentados à força e tratados com desumanidade, os animais destinados à matança contraem muito mais doenças do que normalmente contrairiam. Os inspetores da carne tentam eliminar os produtos inaceitáveis, mas devido a pressões da indústria e à falta de tempo suficiente para exame, muito do que é aprovado é muito menos saudável do que os compradores de carne imaginam.
Em 1972 um relato do Departamento de Agricultura dos listados Unidos arrola as carcaças permitidas pela inspeção depois que as partes doentes foram removidas. Os exemplos incluíam quase 100.000 vacas com câncer de olho e 3.596.302 casos ik- fígado obscedido. O governo permite também, o comércio de
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galinhas com uma doença parecida com a pneumonia, que ocasiona o acúmulo de muco carregado de pus nos pulmões. A fim de satisfazer os requisitos federais, as cavidades toráxicas das galinhas são aspiradas com aparelhos de sucção de ar. Mas durante este processo os sacos aéreos doentios rompem-se e o pus derrama-se pela carne.
Tem-se verificado que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos tem se mostrado frouxo em impor seus próprios requisitos inadequados. Em função de observar as agências ins-petoras federais a Repartição Geral de Relatos acusou o Departamento de Agricultura por sua falha em corrigir diversas violações dos matadouros. Carcaças contaminadas com fezes de roedores, baratas e bolor foram descobertas em companhias que vendem carne enlatada tais como a Swift e a Armour.10 Alguns inspetores tentam explicar essas concessões alegando que, caso as regulações fossem aplicadas, nenhuma companhia de carne enlatada seria capaz de continuar seu comércio.
Nutrição sem carne
Muitas vezes a menção do vegetarianismo provoca uma reação esperada: "E a proteína?" A isto o vegetariano poderia muito bem replicar: "Que me diz você do elefante? E do touro? E do rinoceronte?" Tanto as ideias de que a carne tenha o monopólio da proteína quanto as de que grandes quantidades de proteína sejam necessárias para a obtenção de força e de energia não passam de mitos. Enquanto digerida, a maioria das proteínas se decompõe em seus aminoácidos constituintes que novamente se unem, sendo usados pelo corpo para seu crescimento bem como para a reposição tissular. Destes 22 aminoácidos apenas oito não são sintetizados pelo próprio corpo, e estes oito "aminoácidos essenciais" existem em abundância em alimentos não cárneos. Leite e derivados, grãos, feijões e nozes são todos altamente providos de proteína. Queijo, amendoim e lentilhas, por exemplo, contém peso por peso, mais proteína do que
hamburger, carne de porco ou rosbife. Um estudo conduzido pelo Dr. Fred Stare de Harvard e pelo Dr. Mervyn Hardinge da Universidade de Loma Linda fez extensas comparações entre a ingestão proteica dos vegetarianos e dos carnívoros. Eles concluíram que "cada grupo excedia duas vezes o conteúdo de cada aminoácido essencial e a maioria deles ultrapassava em grande parte este valor".
A proteína constitui mais de 20% da dieta de muitos americanos, quase duas vezes mais que a quantidade recomendada pela Organização Mundial de Saúde. Embora quantidades inadequadas de proteínas causem fraqueza, a proteína em excesso não pode ser utilizada pelo corpo, ao invés disso, ela é convertida em detritos nitrogenados que sobrecarregam os rins. A fonte primária de energia do organismo são os carboidratos. Só como um último recurso são as proteínas do corpo utilizadas para a produção de energia. Muita ingestão proteica na verdade reduz a capacidade energética do organismo. Em uma série de testes comparativos de resistência foram conduzidos pelo Dr. Irving Hisher de Yale, os vegetarianos foram duas vezes mais habilitados que os carnívoros. Ao reduzir 20% do consumo proteico dos não-vegetarianos, o Dr. Fisher observou que sua eficiência aumentou 33%. Numerosos outros estudos demonstraram que uma dieta vegetariana apropriada fornece muito mais energia nutritiva que a carne. Além do mais, um estudo conduzido pelo Dr. J. lotekyo e V. Kipani na Universidade de Bruxelas demonstrou que os vegetarianos foram capazes de realizar testes físicos em um período duas a três vezes maior que o dos carnívoros sem ficarem esgotados e se recuperaram da fadiga em uma quinta parte do tempo necessário aos comedores de carne.
Gosto Superior
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Referências
1. "Diet and Strcss in Vascular Disease", Journal ofthe American Medicai Association, 3 de junho de 1961, pág. 806.
2. "Diet and Coronary Heart Disease", um informe desenvolvido pelo Comité de Nutrição c autorizado para liberação pelo Comité Central para Programas Médicos e Comunitários da Associação Cardiológica Americana, 1973.
3. "Diet and Coronary Heart Disease", Journal of the American Medicai Association, volume 222, número 13, (25 de dezembro de 1972), pág. 1647.
4. Michacl J. Hill, M.D., "Metabolic Epidemiology of Dietary Factors in Large Bowcl Câncer", Câncer Research, vol. 35, número 11, parte 2 (novembro de 1975), págs. 3398-3402; Bandaru S. Reddy, Ph.D., e Ernest L. Wynder, M.D., "Large-Bowel Carcinogenisis: Fecal Constituents of Population with Diverse Incidencc Rates of Cólon Câncer", Journal ofthe National Câncer Institute, vol. 50, 1973, págs. 1437-1441.
5. Dr. Sharon Fleming, correspondência pessoal, 26 de fevereiro de 1981.
6. Los Angeles Herald Examiner.
1. Citado de Câncer e Outras Doenças Advindas do Consumo de Carne, Blanche Leonardo, Ph.D., 1979, pág. 12.
8. Afirmativa do Dr. William Lijinsky, na audiência da Câmara de Deputados dos Estados Unidos sobre "Regulação dos Aditivos nos Alimentos e dos Alimentos Medicamentosos Animais", março, 1971, pág. 132.
9. "Arsenic in Chicken Liver to Be Reviewed by Agency", Wall Street Journal, 13 de janeiro de 1972.
10. Jean Snyder, "O que Você Deveria Saber Acerca da Carne que Você Come", Today's Health, vol. 19, dezembro de 1971, págs. 38-39.
proxima postagem,gosto superior(vegetarianos)
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
domingo=Frango com abóbora moranga
A abóbora é rica em fibras e vitamina A
Aperitivo:
Faça uma tampa na abóbora com uma faca. Retire as sementes, lave e molhe com uma mistura de água e sal. Leve ao forno e deixe que torrem. Em 20 minutos está pronto.
Frango na moranga
Ingredientes:
-1 quilo e meio de peito de frango cortado em cubinhos
-100 gramas de margarina
-1 cebola ralada
-1 lata de molho de tomate
-1 vidro de champignhon
-1 lata de ervilha
-1 copo de leite
-1 lata de creme de leite
-1 vidro de requeijão cremoso
-2 tabletes de caldo de galinha
-5 colheres de sopa de tempero verde
-2 colheres de sopa de farinha de trigo
-1 colher de sopa de catchup
-suco de 1 limão
-molho de pimenta
-queijo ralado
-óleo
-sal
Modo de fazer:
Depois de tirar a tampa, lave bem a abóbora e ponha numa panela com água fervendo. Ponha água dentro do abóbora também e acrescente o caldo de galinha picado. Deixe cozinhar por 15 minutos. Enquanto isso prepare o creme Tempere o frango com sal e suco de limão. Frite numa panela com margarina, juntando a cebola ralada, o molho de tomate e a mesma medida de água. Deixe cozinhar até levantar a fervura. Adicione o catchup, o champinhon, a ervilha, o cheiro verde e o molho de pimenta. Dissolva a farinha de trigo num copo com leite e junte ao creme. Depois de engrossar, acrescente o creme de leite com soro. Pincele a casca da abóbora com óleo, polvilhe por dentro com queijo ralado, passe o requeijão cremoso em volta e despeje o creme de frango. Tampe e leve ao forno por 20 minutos prá gratinar.
sábado=Bacalhau à Gomes Sá (2)
Ingredientes:
- 600 gr de bacalhau
- 1 xícara, das de chá, de azeite de oliva
- 4 cebolas médias, cortadas em rodelas finas
- 3 dentes de alho picados
- 1 colher, das de chá, de salsinha picada
- 400 gr de batatas cozidas e cortadas em rodelas finas
- Sal a gosto
- 3 ovos cozidos e cortados em rodelas
- 12 azeitonas verdes, cortadas em lascas
Modo de Preparo:
Na véspera, coloque o bacalhau de molho. Troque a água 4 vezes. No dia do preparo, cozinhe o bacalhau durante uns 5 minutos. Retire, separe as espinhas e reduza o bacalhau a lascas. Reserve.
Esquente o azeite em uma panela grande e refogue a cebola, o alho e a salsinha.
Refogue até a cebola começar a mudar de cor.
Junte, então, as lascas de bacalhau e as batatas. Deixe no fogo por mais 10 minutos, até que as fatias de batata comecem a fritar. Verifique o sal.
Transfira para um refratário bem largo, para não ficar uma camada espessa demais.
Leve ao forno bem quente, por 10 a 15 minutos. Decore com rodelas de ovo e lascas de azeitona e sirva.
Receita para 4 pessoas.
sexta-feira=Frango da Rainha
A receita é para 4 pessoas.
Ingredientes:
-4 filés de frango limpos
-4 tiras de presunto de parma
-uma manga sem caroço cortada em tiras finas
-uma tigela de açúcar
-uma noz moscada ralada
-sal e pimenta
Modo de Preparar:
Abra o peito de frango. Cubra-o com filme plástico e dê umas batidas até virar filé. Depois, uma pitada de pimenta, sal e noz moscada. Na seqüência, passe as tiras de manga na tigela com açúcar. Elas deverão rechear o frango. Ajeite as tiras bem no meio do filé e feche com cuidado. Faca o mesmo com o presunto de parma, que deve ser enrolado no filé de frango recheado com manga. Repita o ritual com os outros filés. Aqueça o forno no máximo. Leve os filés ao forno por dez minutos.
Molho:
Use o caroço da manga, numa panela com água e um tablete de caldo de galinha. Sirva quente sobre o frango.
quinta-feira=Bolo de Milho
Ingredientes:
-1 1/2 copo de flocos de milho
-2 1/2 copos de açúcar
-3 copos de leite
-1/2 copo de farinha de trigo
-1 1/2 copo de leite de coco
-6 ovos
-1 xícara de queijo parmesão ralado
-1 colher de sopa de erva doce
-1/2 colher de sopa de cravo-da-índia
-1 colher de sopa de fermento
-1 colher de chá de sal
Modo de Fazer:
Peneire os flocos de milho. Junte o leite, o açúcar e o sal. Leve ao fogo até engrossar e deixe a mistura reservada. Prepare um chá com a erva doce e o cravo. Enquanto o chá esfria, bata os ovos. Junte a farinha e o leite de coco. Acrescente o queijo, o fermento e o chá. Despeje tudo aos poucos na massa do milho. Levar ao forno por meia hora em fôrma untada e polvilhada.
quarta-feira=Torta de Abobrinha
Ingredientes:
-2 abobrinhas
-5 ovos
-2 xícaras de farinha de trigo
-1 xícara de açúcar
-1/2 xícara de óleo de soja
-1/2 xícara de leite de coco
-1 xícara de passas
-1 colher de sopa de fermento
-Sal
-Canela em pó
-Raspas de limão
Cobertura:
-1 xícara de leite
-1 xícara de açúcar
-1 xícara de chocolate em pó
-1 colher de sopa de manteiga
Modo de Fazer:
Ralar a abobrinha com casca. Ponha numa peneira e jogue água fervente. Espere escorrer e esfriar. Bata no liqüidificador leite de coco, óleo, açúcar e canela. Derrame numa tigela. Em outra tigela, peneire farinha de trigo, fermento e sal. Ponha as passas e misture. Bote a abobrinha na tigela com o creme batido no liqüidificador e mexa. Despeje aos poucos no creme a mistura de farinha, fermento e sal e misture. Ponha a massa numa fôrma untada e polvilhada. E leve ao forno para assar por 50 minutos.
Cobertura
Numa panela ponha açúcar, leite, chocolate em pó e manteiga. Em fogo baixo deixe ferver mexendo de vez em quando até a calda ficar grossa. Cubra a torta assada com a calda. Enfeite com raspas de chocolate e cereja.
terça-feira=Pão feito de Mel
O mel não é recomendado para quem está tentando emagrecer ou fazendo dieta. Cada cem gramas do produto têm 312 calorias, o que eqüivale a 300 gramas de carne bovina ou de frango. Os nutricionistas consideram o mel um alimento energético e recomendam o uso para gestantes, atletas e estudantes. O mel também pode ser usado na culinária. Com ele, a dona de casa pode fazer balas, biscoitos e até pão. Anote os ingredientes para um pão feito com mel.
Ingredientes:
-4 xícaras de chá de mel
-1 colher de sopa de canela
-2 colheres rasas de sopa de sal amoníaco
-1 colher de chá de sal
-2 colheres de chá de cravo
Receita de Honihruhen - Docinhos de Mel
Mel = antiinflamatório, analgésico, regenerativo e de fácil digestão.
Ingredientes para a massa:
-meio quilo de mel
-meio quilo de açúcar
-1 quilo e 300 gramas de farinha de trigo
-3 colheres de manteiga ou margarina
-3 ovos
-1 colher e meia de sopa de sal amoníaco
-1 xícara de leite
-1 colher de sopa de cravo e canela moídos
-1 colher de chá de gengibre ralado
-1 colher de sopa de cacau ou chocolate em pó
Modo de fazer:
Ferve o mel por alguns instantes e misture o açúcar, mexendo até amolecer. Deixe a mistura esfriar numa bacia. Depois acrescente a margarina, um pouco da Farinha e os ovos previamente batidos. Ponha também o cravo e a canela moídos, O gengibre e o chocolate em pó. Junte o sal amoníaco dissolvido no leite. Agora Ponha o restante da farinha de trigo. A massa deve ficar firme. Deixe descansar Por algumas horas ou da noite pro dia seguinte. Distribua a massa em formas Untadas com margarina. Faça furinhos para que não se formem bolhas. Asse em Forno médio por 15 ou 20 minutos.
Ingredientes para o glacê:
-3 claras
-15 colheres de açúcar
-algumas gotas de suco de limão
Modo de fazer:
Bata as claras, mas antes de ficar me ponto de neve misture o açúcar aos poucos E as gotas de limão. Pincele esse glacê por cima da massa assim que ela sair do Forno. Depois corte em losangos e sirva com chá ou café e o que sobrar, guarde Em vidros e latas.
segunda-feira=Pizza Recheada
Ingredientes:
Massa:
-3 xícaras de farinha
-4 colheres de sopa de banha ou gordura vegetal
-1 colher rasa de sopa de fermento em pó
-1/2 xícara de leite frio
-1 ovo
-sal e pimenta
Recheio:
-1/2 quilo de salame
-200 gr de queijo minas
-200 gr de ricota fresca
-6 a 8 ovos
Modo de Preparar:
Para fazer a massa, junte a farinha com a banha, o ovo, sal, o fermento, pimenta, enfim, todos o ingredientes. Para umedecer, um chorinho de leite. Amasse com a mão e divida em duas partes - uma você abre e cobre a forma. Para o recheio, bata ligeiramente os ovos e junte com o salame o queijo branco, que fica macio mesmo depois do prato frio, e a ricota, que deixa o recheio fofo. Uma pimentinha é o toque napolitano. Despeje sobre a massa e abra a outra metade para cobrir. Pincele com um ovo inteiro prá dar cor. Leve ao forno a 200 graus por cerca de 40 minutos.
feriado=gosto superior(vegetarianos)
TODAS AS GLORIAS A SRÏ GURU E GAURÃNGA
Gosto Superior
Receitas Internacionais
Guia Prático do Vegetarianismo
Baseado nos ensinamentos de Sua Divina Graça A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada
FUNDbDOfí-ÃCÃRYA DA SOCIEDADE INTERNACIONAL DA CONSCIÊNCIA DE KRISHNA
THE BHAKTIVEDANTA BOOKTRl/ST
São Paulo • Bombaim • Londres • Los Angeles • Estocolmo • Hong Kong • Sidnei
índice
Introdução l
1 - Saúde e uma Dieta que não Contenha Carne 3
2 - O Custo Oculto da Carne 13
3-"FazeaosOutros..." 21
4 - Karma e Reencarnação 33
5 - Mais do que Simples Vegetarianismo 43
6 - Gosto Superior 53
7 - Receitas 67Jantar Italiano l
Peslo; Berinjela recheada; Bolinhos de ervas; Cubos fritos
de mussarela; Salada de legumes e Sherhet de limão 11
Jantar Italiano 2
Minestrone; Espaguete com koftas ao molho de tomate;Abobrinhas empanadas; Vagens com tomates; Cakone;Bolo napolitano de queijo 88
Jantar Indiano l
Berinjela com tomate e panir; Arroz com castanhas de caju
e ervilhas; Samosas; Raita de pepino; P uris; Burfi de coco 83
Jantar Indiano 2
Sabji de batata e repolho; Mung dal; Arroz basmati; Pakoras
de couve-flor; Chutney de tomate; Chapatis; Kheer bengali 88
Jantar Chinês l
Sopa de legumes agridoce; Manapua; Arroz frito;
Vegetal agridoce de Tofú; Biscoitos de amêndoas 94
Jantar Chinês 2
Salada de agrião; Rolinhos primavera; Vegetal Lo Mein;
Berinjela temperada; Sorvete de baunilha 100
Jantar Mexicano
Gaipacho; Salada de abacate; Enchiladas;
Emlhas e cenouras ao creme; Sobremesa de manga 104
Jantar Francês
Tomates recheados; Quiche de legumes; Almondine de vagens;
Arroz e legumes à caçarola; Gelatina de suco de frutas 109
Jantar Sírio-Libanês
Sopa de lentilhas com limão; Massa folhada com espinafre;
Salada de berinjela; Abobrinha recheada; Pastel doce 113
Legumes e Vegetais
Pimentões recheados; Upma; Couve-flor com vagem e castanha
de caju; Aspargos à caçarola; Legumes ao curry; Fatias fritas
de berinjela; Batatas Gouranga; Couve-flor ao parmesão;
"Omelete" de batata; Espinafre e couve-flor ao creme 118
Acompanhamentos Diversos
Tostados; Pizza pila; Bharats ao molho de iogurte; Parathasrecheadas; Banana vadis; Bolinhos de balatas e ervilhas;Bolinhos de ricota; Sanduíches de pimentão e ricota; 126Bolo salgado de castanhas
8 - Sobre o Movimento Hare Krishna
e a Alimentação Vegetariana 135
Introdução
Influenciadas por fatores que variam desde a saúde e a economia até a ética e a religião, milhões de pessoas ao redor do mundo estão se voltando para uma dieta vegetariana.
Gosto Superior explica claramente as várias razões pelas quais as pessoas deixam de comer carne. Nele estão contidas mais de 60 receitas de pratos vegetarianos que superarão os prazeres, encontrados, na alimentação habitual, transportando-nos,
ffitãc?, a nwaa v^i^cilcacïaa cfc