quarta-feira, 26 de setembro de 2007

domingo=Arrubacão

Arrubacão

Ingredientes:
-2 xícaras de chá de arroz
-2 xícaras de chá de feijão verde (aquele que acabou de ser colhido e ainda não secou)
-meio quilo de queijo coalho fatiado
-1 litro de leite fervido
-1 molho de coentro
-pimenta malagueta

Modo de fazer:
Cozinhe o feijão em 3 xícaras de chá de água por 10 minutos em fogo alto. Ponha o coentro inteiro e uma colher de sobremesa de sal. O feijão deve ser cozido numa panela sempre tampada e não deve ficar mole demais. Depois junte a pimenta e o arroz que vai ser cozido no leite. O leite deve ser colocado aos poucos. Ponha uma dose e deixe o arroz secar. Um pouco depois coloque mais um pouco e deixe secar novamente, até colocar o litro todo. Por ultimo ponha o queijo de coalho. Quando o leite ferver deixe em fogo baixo com a panela tampada. Em 15 ou 20 minutos o arroz e o feijão devem estar cozidos e o queijo derretido. Aí sirva na panela mesmo ou se preferir ponha numa travessa. O acompanhamento preferido do nordestino é a carne de sol e o suco de acerola.

sábado= Bacalhau em croquetes

Bacalhau em croquetes

Empregar bacalhau cozido, picar muito fino, juntar-lhe depois um refogado de cebola, salsa picada e uma pitada de pimenta, fazendo o refogado com manteiga e pouco azeite; estando bem ligado, juntar­-Ihe um pouco de molho de fricassé sumo de limão e dei­xar esfriar.
Estando a massa fria, tirar com uma colher a porção sufi­ciente para um croquete; dividir assim toda a massa; em se­guida meter, um a um, dentro duma vasilha com pão ralado, ir-lhes dando o feitio com a mão para ficarem bem cobertos de pão ralado; passá-los depois, um a um, por ovos batidos intei­ros (gemas e claras); em seguida voltam ao pão ralado e depois depositam-se num tabuleiro polvilhado com pão ralado. Na ocasião de servir, frigir em azeite ou banha de porco.

Nem reclamem essa é portuguesa com certeza.

sexta-feira=Bolinho de Polvilho

Bolinho de Polvilho

Ingredientes:
-3 xícaras de polvilho azedo
-1 xícara de óleo
-1 1/2 xícara de leite
-1 colher de sal
-3 ovos
-Sementes de erva doce

Modo de Fazer:
Numa tigela coloque o polvilho azedo. Ferva o leite com óleo e derrame sobre o polvilho. Mexa bem e deixe esfriar um pouco. Acrescente os ovos inteiros, sal e a erva doce. Misture bem a massa. Faça bolinhas com duas colheres. Ponha no forno bem quente até dourar deixar mais ou menos por 30 minutos.

quinta-feira=Receita de sonhos

Receita de sonhos

Ingredientes:
-1 quilo de farinha de trigo
-1 colher de sopa de sal
-30 ovos
-1 quilo de banha prá fritar
-açúcar e canela prá polvilhar

Modo de fazer:
Despeje a farinha numa panela grande e leve ao fogo prá aquecer. Bote o sal e mexa bem, cuidando prá não queimar. A seguir ponha um litro de água fervente e mexa outra vez. Agora bata numa batedeira potente, porque a massa é pesada. Quando a massa amolecer junte um terço dos ovos, bata outra vez, bote outro terço dos ovos, bata de novo e ponha o restante dos ovos, batendo mais um pouco. A massa está pronta, ela deve ficar fina, caindo da colher. Prá fritar o melhor mesmo é a banha e não o óleo, por que assim fica mais sequinho, e o segredo é fritar devagar. Os sonhos tem que ficar bem cobertos pela gordura, que deve ser mantida aquecida em fogo médio. é preciso tampar a frigideira por meia hora. Mesmo sem fermento os sonhos crescem bastante depois.

quarta-feira=Mousse de Uva

Mousse de Uva

Ingredientes:
-600 gramas de creme de nata fresca
-50 gramas de frutose
-meio copo de leite desnatado
-1 copo de suco de uva concentrado
-3 colheres de sopa de gelatina sem sabor
-200 gramas de uva Itália

Modo de fazer:
Misture o leite e a frutose ao creme de nata. Bata por cinco minutos numa batedeira até ficar uma massa firme. Adicione as uvas picadas e o suco de uva mexendo bem. Numa tigela à parte dissolva a gelatina com um copo de água quente. Misture ao creme. Ponha a massa numa forma de alumínio forrada com plástico prá não grudar. Se preferir pode usar forma de vidro. Leve à geladeira por seis horas. Enquanto você espera a mousse ficar consistente faça a calda.

Ingredientes para a calda:
-1 copo e meio de suco de uva concentrado
-1 colher de sopa de maisena
Modo de fazer:
Dissolva a maisena com um pouco do suco. Leve ao fogo prá engrossar. Despeje a calda fria sobre a mousse desenformada, depois decore com uvas.

terça-feira=Crepe Tornado

Crepe Tornado

Ingredientes:
-1 copo de leite
-1 xícara e meia de farinha de trigo.
-2 ovos
-1 colher de sopa de cerveja
-1 colher de sopa de açúcar.
-1 colher de chá de sal

Modo de Fazer:
Misture os ingredientes até ficar no ponto de fio de óleo, uma consistência bem leve. Depois é só derramar a massa numa chapa bem quente. E, é claro ainda tem o recheio.
Recheio:
Mussarela, kani, alcaparras e massa de camarão preparada com molho de tomate e raspas de maça. Se necessário, engrossar com um pouco maizena. Colocar este recheio no centro da massa, já cozida, fechar e bom apetite.

segunda-feira=Geléia de Pimentão

Geléia de Pimentão

O pimentão tem apenas 29 calorias/100 gramas, e um alto valor nutritivo. é rico em vitaminas a, b1, b2 e c, fibras que regulam as funções do intestino e caroteno, que protege a pele, ajudando no bronzeamento.

Ingredientes:
-9 pimentões sem as sementes
-1 cebola média
-1 xícara de água
-1 xícara e meia de vinagre branco
-5 xícaras de açúcar cristalizado

Modo de fazer:
Prepare uma calda consistente com o açúcar, o vinagre e a água. Leve ao fogo médio por meia hora, cuidando prá baixar o fogo cada vez que a calda ferver. Enquanto isso bata no liqüidificador o pimentão e a cebola com um pouco de água. Depois coe e misture o que sobrou no coador com a calda. Cozinhe durante mais 30 minutos com o cuidado de afastar a panela do fogo, que deve estar baixo, cada vez que a calda ferver. Guarde a geléia em vidros de conserva. Na geladeira ela dura até um ano. Na receita original o pimentão usado é o vermelho. Mas se você preferir usar o verde ou o amarelo é preciso deixar a geléia cozinhar por mais quinze minutos, porque eles tem mais água. A receita rende um quilo de geléia, que fica uma delícia com pão de queijo e carnes frias.

feriado=Gosto Superior(vegetarianos)

O Custo Oculto da Carne O Mito da Escassez

Em seu best-seller de 1975, O Relato do Eco-Espasmo, o futurista Alvin Tojfler, autor de Futuro Choque e de A Terceira Onda, sugeriu uma esperança positiva para a crise alimentar mundial. Ele previu "a ascenção súbita de um movimento reli­gioso no Ocidente que restringiria o consumo de carne de gado, poupando, assim, bilhões de toneladas de cereais e fornecendo uma dieta nutritiva para o mundo como um todo".

Resolvendo o problema da f orne
Francis Moore Lappé, perita em nutrição e autora do best-seller Dietfor a small Planei (Dieta para um Planeta Pequeno), disse em recente entrevista na televisão que deveríamos olhar para um pedaço de bife como para um Cadillac. "O que eu quero di'/.er", explicou ela, "é que nós nos Estados Unidos tornamo-nos dependentes de grandes carros que consomem muita gasolina devido à ilusão do petróleo barato. Da mesma forma, tornamo-nos prisioneiros de uma dieta centralizada na carne, obtida por uma alimentação animal rica em cereais, em decorrência da ilu­são do baixo preço destes".
De acordo com a informação compilada pelo Departamen-lo de Agricultura dos Estados Unidos, até 90% de todos os cere-iiis produzidos nos Estados Unidos são utilizados para alimentar iininiais de corte — vacas, porcos, caprinos e galinhas — que aca-imw nas mesas de refeição. No entanto, o processo de se utilizar irreais para a produção de carne é incrivelmente improdutivo.
O Custo Oculto da Carne - O Mito da Escassez
Por exemplo, a informação proveniente do Serviço de Pesquisa Económica do Departamento de Agricultura dos Estados Uni­dos revela que conseguimos de volta apenas meio quilo de carne de gado para cada 7 quilos de cereais.
Em seu livro Proteins: Their Chemistry and Politics, o Dr. Aaron Altshul observa que, em unidades de calorias por hectare, uma dieta à base de cereais, legumes e feijão mantém 20 vezes mais pessoas que uma dieta à base de carne. Conforme se verifi­ca atualmente, cerca da metade dos campos de colheitas ameri­canos é utilizada para alimentar animais. Se usassem os campos aráveis da Terra principalmente para a produção de alimentos vegetarianos, o planeta poderia facilmente manter uma popula­ção humana de mais de 20 bilhões de pessoas.
Fatos semelhantes a estes levaram os peritos em alimenta­ção a apontar que o problema nutricional do mundo é ampla­mente ilusório. O mito da "superpopulação" não deveria ser utilizado pêlos defensores do aborto para justificar a matança de mais de 50 milhões de crianças não-nascidas a cada ano em todo o mundo. Mesmo agora já estamos produzindo alimento sufici­ente para todos no planeta, mas infelizmente o mesmo está sen­do repartido de maneira ineficiente. Em relato submetido à Conferência Mundial de Alimentos das Nações Unidas (Roma, 1974), Rene Dumont, uma economista em agricultura junto ao Instituto Agrícola Nacional da França, emitiu a seguinte opi­nião: "O consumo excessivo de carne pêlos ricos significa fome para os pobres. Deve-se mudar esta agricultura contraproducen­te — pela supressão de lotes onde se engorda o gado com cere­ais e mesmo através de uma redução maciça do gado de corte".

As vacas vivas são uma vantagem económica
É por demais claro que uma vaca viva fornece à sociedade mais alimento do que quando morta — sob a forma de forneci­mento contínuo de leite, queijo, manteiga, iogurte e outros ali­mentos ricos em proteína. Stewart Odend'hal, da Universidade
de Missouri, realizou em 1971 um estudo pormenorizado com vacas na Bengala e observou que, longe de privar os seres hu­manos de alimento, elas comiam somente os restos não aproveitáveis das colheitas (cascas de arroz, bagaços de cana-de-açúcar, etc.) e capim. "Basicamente", disse ele, "o gado con­verte itens de pouco valor humano direto em produtos de utilidade imediata." Isto deverá pôr de lado o mito de que as pessoas estão passando fome na índia porque não matam suas vacas. É inte­ressante observar que a índia recentemente parece ter superado seus problemas alimentares, que sempre estavam mais relacio­nados com rigorosa seca ocasional ou com levantes políticos do que com as vacas sagradas. Um grupo de peritos junto à Agên­cia para o Desenvolvimento Internacional, em uma declaração citada no Registro do Congresso para 2 de dezembro de 1980, concluiu: "A índia produz o suficiente para alimentar toda a sua população".
Se lhes for permitido viver, as vacas produzirão alimentos de alta qualidade e ricos em proteína que vão além da imagina­ção. Nos Estados Unidos há uma tentativa deliberada de imitar a produção de derivados lácteos; não obstante, Sam Gibbons, de­putado da Flórida, relatou recentemente ao Cogresso que o go­verno dos Estados Unidos estava sendo forçado a armazenar "montanhas de manteiga, queijo e leite em pó desnatado". Ele disse a seus colegas: "Temos atualmente cerca de 200 milhões de quilos de manteiga, 250 milhões de quilos de queijo e cerca de 350 milhões de quilos de leite em pó desnatado". O supri­mento aumenta cerca de 20 milhões de quilos a cada semana. Com efeito, as 10 milhões de vacas americanas fornecem leite c-m tanta quantidade que o governo libera periodicamente milhões de quilos de produtos derivados do leite para serem distribuídos i-nlre os pobres e os famintos. Fica visível e claro que as vacas l ;is vivas) constituem um dos mais valiosos recursos alimenta-u-s da humanidade.

O Custo Oculto da Carne - O Mito da Escassez
Florescem movimentos que visam salvar da matança as focas, os golfinhos e as baleias — por que, então, não haveria um mo­vimento para salvar as vacas? Isso parece ser uma ideia sen­sata mesmo que apenas do ponto de vista económico — a menos que você faça parte da indústria da carne, a qual está cada vez mais preocupada com o crescimento do vegetarianismo. Em junho de 1977 o Farm Journal (Jornal Agrícola), uma importante re­vista comercial, imprimiu um editorial intitulado: "Quem de­fenderá o bom nome da carne de gado?" A revista instava que os criadores de gado de corte da nação contribuíssem com 40 mi­lhões de dólares para que se financiasse a publicidade e, assim, se mantivesse bem alto tanto o consumo quanto o preço da carne de gado.

Você paga pela carne mais do que pensa
A indústria da carne é uma poderosa força económica e política e, além de despender milhões de seus próprios dólares para promover o consumo de carne, ela também conseguiu con­trolar uma boa parte de nosso imposto. Falando de forma práti­ca, o processo de produção de carne é tão custoso e desgastante que a indústria necessita de subsídios para sobreviver. A maio­ria das pessoas não está consciente de como os governos nacio­nais apoiam intensamente a indústria da carne através de concessões evidentes, de garantias favoráveis de empréstimo e assim por diante. Em 1977, por exemplo, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos comprou 100 milhões de dóla­res a mais de carne de gado excedente para programas de me­renda escolar. Naquele mesmo ano os governos da Europa Ocidental gastaram quase meio bilhão de dólares, comprando dos fazendeiros o excesso de produção de carne e gastaram ou­tros milhões para estocar o mesmo.
Mais impostos são utilizados sob a forma de milhões de dólares que o governo dos Estados Unidos aplica a cada ano para manter uma rede de inspetores, para inspecionar o problema
pouco divulgado das doenças animais. Quando os animais do­entes são destruídos o governo paga uma indenização aos donos. Por exemplo, em 1978 o governo americano pagou 50 milhões do dinheiro do imposto de seus cidadãos para indenizações ao controle da brucelose, uma doença semelhante à gripe que aflige o gado e outros animais. Em outro programa o governo dos Es­tados Unidos fornece empréstimos de 350 mil dólares para os produtores de carne. Outros fazendeiros recebem abono de no máximo 20 mil dólares. Um editorial do New York Times deno­minou este título de subsídio como sendo "ultrajante", caracte­rizando-o como "um roubo escandaloso do erário". Apesar de as agências de saúde do governo evidenciarem que há associa­ção entre o consumo de carne e o aparecimento de câncer e de doenças cardíacas, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos continua gastando milhões de dólares na promoção do consumo de carne através de suas publicações e de programas de merenda escolar.

Dano ao meio ambiente
Outro preço que devemos pagar pelo consumo da carne é a deterioração do meio-ambiente. O Serviço de Pesquisa Agrícola dos Estados Unidos considera o sistema de esgoto altamente contaminado dos matadouros e dos pastos de alimentação como uma importante fonte de poluição dos rios e correntes da nação. Está se tornando cada vez mais evidente que as fontes de água pura deste planeta estão não apenas ficando poluídas como também estão sendo esgotadas, e a indústria da carne é especialmente destrutiva. Em seu livro Population, Resourses and Environment, Paul e Anne Ehrlich observaram que, para se cultivar meio quilo de trigo era necessário apenas 27 litros de água, ao passo que a produção de meio quilo de carne requeria entre 1.125 e 2.700 litros de água. E em 1973 o New York Time Post revelou este surpreendente abuso de um valioso recurso nacional — verifi­cou-se que uma enorme instalação para matar galinhas estavautilizando 378 milhões de litros de água por dia! Este mesmo volume poderia suprir uma cidade de 25 mil habitantes.

Conflito social
O processo desgastante da produção de carne, que requer maiores extensões de terra do que a agricultura dos vegetais, tem sido uma fonte de conflito económico na sociedade humana por milhares de anos. Um estudo publicado em Plant Foods for Human Nutrition revela que meio hectare de cereais produz cinco vezes mais proteínas do que meio hectare de pastagem reserva­do à produção de carne. Meio hectare de espinafre, 28 vezes mais proteína. Fatos económicos como estes eram conhecidos dos antigos gregos. Na República de Platão, Sócrates, o grande filósofo grego, recomendava uma dieta vegetariana porque ela permitiria ao país usar de maneira mais inteligente seus recur­sos agrícolas. Ele alertou que, se as pessoas começassem a ali­mentar-se de animais, haveria maior necessidade de campos de pastagens. "E a nação que era capaz de sustentar seus habitantes originais se tornará, agora, muito pequena; e isso não é bastan­te?", perguntou ele a Glauco, o qual respondeu que isto era de fato verdadeiro. "E, consequentemente, iremos à guerra, Glauco, não iremos?" Ao que Glauco replicou: "Com toda a certeza".
É interessante notar que o consumo de carne desempenhou um notável papel em muitas das guerras durante a era da expan­são colonial europeia. O comércio de especiarias com a índia e com outras nações do Oriente foi motivo de grande contenção. Os europeus mantinham-se com uma dieta de carne preservada com sal. Com o objetivo de dissimular e variar o sabor monóto­no e desagradável de sua comida, eles compravam avidamente grandes quantidades de temperos. Tão colossais eram as fortu­nas feitas com o comércio de especiarias que os governos e os mercadores não hesitavam em valer-se das armas para garantir as fontes de suprimentos.
Na era atual, ainda existe a possibilidade de conflitos de massa tendo como base o alimento. Em agosto de 1974, a Agên­cia Central de Inteligência (CIA) publicou um relato avisando que em futuro próximo poderá não haver alimento suficiente para a população do mundo, "a menos que as nações ricas dimi­nuam rápida e drasticamente seu consumo de animais criados com cereais".

Poupando dinheiro
através de uma dieta vegetariana
Desviemo-nos, agora, da situação geopolítica do mundo e dirijamo-nos a nossos próprios livros. Embora não se divulgue amplamente, os cereais, os feijões e o leite são uma fonte exce­lente de proteína de alta qualidade. Peso por peso, muitos ali­mentos vegetais são fontes mais ricas deste nutrimento do que a carne. Uma porção de 100 gramas de carne contém apenas 20 gramas de proteína. Outro fato a ser considerado é que a carne contém mais de 50% de água por peso. Comparativamente, uma porção de 100 gramas de queijo ou de lentilhas fornece 25 gramas de proteína ao passo que 100 gramas de soja fornecem 34 gramas de proteína. Mas, embora a carne forneça menos proteína, ela custa muito mais. Uma análise local nos supermercados de Los Angeles em agosto de 1983 revelou que um quilo de lombo de vaca custava 3,89 dólares, ao passo que ingredientes essenciais para deliciosas refeições vegetarianas custavam em média, menos de cinquenta centavos por quilo. Um copinho de 227 gramas de requeijão ao custo de 59 centavos de dólar provê 60% da neces­sidade mínima diária de proteína. Ao se tornar vegetariana, cada pessoa que faz as compras da casa poderia economizar pelo menos centenas de dólares por ano e milhares de dólares ao lon-f,o de sua vida. Como um todo, os americanos poupariam bi­lhões de dólares anualmente. Considerando tudo isto, torna-se difícil compreender por que alguém não se tornaria vegetariano.

proxima postagem,Gosto Superior(vegetarianos)