Calzone Lua de Mel
Massa Basica
Ingredientes:
-4 ½ xícaras de farinha de trigo (500gr.)
-2 colheres de sopa de margarina (75gr.)
-2 colheres de sopa de açúcar (24gr.)
-2 colheres de chá de sal (6gr.)
-1 colher de sopa de fermento biológico (15gr.)
-água morna até dar ponto
Ingredientes:
recheio:
-300gr. de ricota passada pela peneira
-100gr. de queijo fundido
-150gr. de presunto picado
-250gr. de queijo mussarela ralado
-1 punhado de salsinha picada
-1 ovo
-sal e pimenta do reino à gosto
Modo de Fazer:
Abra a massa numa superfície enfarinhada, estenda sobre a forma ou grelha e coloque os ingredientes do recheio (de preferência aquecido) somente em meia parte de massa. Pincele as bordas com ovo batido, feche com o pastel e sele pressionando com os dedos a borda para juntar bem os lados. Pincele a superfície com ovo batido, salpique queijo parmesão e leve para assar sobre a forma ou grelha. Vire uma vez para dourar bem.
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
sábado=Bacalhau assado no forno
Bacalhau assado no forno
Cozer o bacalhau segundo a regra; em seguida, colocar as postas numa travessa de ir ao forno, com azeite, dentes de alho picados, pimenta, sumo de limão e miolo de pão ralado; levar ao forno e assar.
Não precisa de uma quantidade exata para fazer essa receita(de bacalhau).
Cozer o bacalhau segundo a regra; em seguida, colocar as postas numa travessa de ir ao forno, com azeite, dentes de alho picados, pimenta, sumo de limão e miolo de pão ralado; levar ao forno e assar.
Não precisa de uma quantidade exata para fazer essa receita(de bacalhau).
Marcadores:
sábado
sexta-feira=Focaccia de Cebola
Focaccia de Cebola
Massa Básica (Para pizzas, Calzone, Focaccia e Donzeline)
Ingredientes:
4 ½ xícaras de farinha de trigo (500gr.)
2 colheres de sopa de margarina (75gr.)
2 colheres de sopa de açúcar (24gr.)
2 colheres de chá de sal (6gr.)
1 colher de sopa de fermento biológico (15gr.)
água morna até dar ponto
Preparo:
Misture o fermento com dois copos de água morna e uma colher de sopa de açúcar, deixe repousar por alguns minutos. Sobre a mesa, forme ummonte de farinha de trigo, faça um buraco no meio deste e coloque dentro o sal, a margarina e o fermento; misture bem sem sovar e deixe crescer até dobrar de volume. Divida a massa em duas partes, formando duas bolas e deixe crescer.
Recheio:
Ingredientes
500 gr de cebola cortada em fatias finas
250 gr de tomate cortado em rodelas
150 gr de azeitonas pretas e picadas
100 gr de queijo provolone
Preparo:
Frite a cebola em óleo até dourar, reserve. Abra uma parte da massa bem fina. Forre o fundo da forma e unte com óleo. Coloque o recheio espalhando bem a cebola e acrescentando o restante dos ingredientes; abra a outra parte da massa bem fina e estique sobre o recheio, fechando bem as bordas. Pincela com óleo, molho de tomate e parmesão ralado. Leve ao forno até dourar as bordas.
Massa Básica (Para pizzas, Calzone, Focaccia e Donzeline)
Ingredientes:
4 ½ xícaras de farinha de trigo (500gr.)
2 colheres de sopa de margarina (75gr.)
2 colheres de sopa de açúcar (24gr.)
2 colheres de chá de sal (6gr.)
1 colher de sopa de fermento biológico (15gr.)
água morna até dar ponto
Preparo:
Misture o fermento com dois copos de água morna e uma colher de sopa de açúcar, deixe repousar por alguns minutos. Sobre a mesa, forme ummonte de farinha de trigo, faça um buraco no meio deste e coloque dentro o sal, a margarina e o fermento; misture bem sem sovar e deixe crescer até dobrar de volume. Divida a massa em duas partes, formando duas bolas e deixe crescer.
Recheio:
Ingredientes
500 gr de cebola cortada em fatias finas
250 gr de tomate cortado em rodelas
150 gr de azeitonas pretas e picadas
100 gr de queijo provolone
Preparo:
Frite a cebola em óleo até dourar, reserve. Abra uma parte da massa bem fina. Forre o fundo da forma e unte com óleo. Coloque o recheio espalhando bem a cebola e acrescentando o restante dos ingredientes; abra a outra parte da massa bem fina e estique sobre o recheio, fechando bem as bordas. Pincela com óleo, molho de tomate e parmesão ralado. Leve ao forno até dourar as bordas.
Marcadores:
sexta-feira
quinta-feira=Torta de Morango
Torta de Morango
Ingredientes:
-1 caixa pequena de morango
-50 gramas de castanha de cajú picada Kirsch
-1 colher de sopa de manteiga derretida
Para o pão-de-ló:
-2 1/2 xícaras de farinha de trigo
-2 xícaras de açúcar refinado
-8 ovos
Para o chantilly:
-250 gramas de creme de leite fresco
-1 colher de sopa de açúcar refinado
Para a calda:
-1 1/2 xícara de água
-4 colheres de sopa de açúcar refinado
-1 fôrma inox (ou de papelão)
Modo de Fazer:
Pão-de-ló
Ponha na batedeira os 8 ovos e 2 xícaras de açúcar e misture por 10 minutos. Para saber se está no ponto, mergulhe o cabo de um talher e veja se pinga se já estiver firme, sem pingar, está no ponto.
Em outra vasilha, junte massa, manteiga e farinha. Ponha na fôrma com um prato tampado para não vazar. Deixe em forno médio por 25 minutos.
Calda:
Enquanto espera, faça a calda. Misture água como açúcar e deixe por 10 minutos no fogo.
Chantilly:
Bata o creme de leite e o açúcar. Quando começar a firmar, desligue a batedeira.
Torta:
Para montar o bolo, desenforme e retire as camadas escuras de cima e de baixo. Divida em duas partes. Junte um pouco de kirsch à calda de açúcar e molhe bem o bolo. Corte os morangos no meio e enfeite o pão-de-ló. Cubra com chantilly e depois com morango em pedaços. A outra parte do pão-de-ló fica por cima. Jogue a calda de açúcar e mais um pouco de chantilly. Deixe no congelador por 10 minutos. Tire a fôrma e enfeite com castanhas e morangos inteiros.
Ingredientes:
-1 caixa pequena de morango
-50 gramas de castanha de cajú picada Kirsch
-1 colher de sopa de manteiga derretida
Para o pão-de-ló:
-2 1/2 xícaras de farinha de trigo
-2 xícaras de açúcar refinado
-8 ovos
Para o chantilly:
-250 gramas de creme de leite fresco
-1 colher de sopa de açúcar refinado
Para a calda:
-1 1/2 xícara de água
-4 colheres de sopa de açúcar refinado
-1 fôrma inox (ou de papelão)
Modo de Fazer:
Pão-de-ló
Ponha na batedeira os 8 ovos e 2 xícaras de açúcar e misture por 10 minutos. Para saber se está no ponto, mergulhe o cabo de um talher e veja se pinga se já estiver firme, sem pingar, está no ponto.
Em outra vasilha, junte massa, manteiga e farinha. Ponha na fôrma com um prato tampado para não vazar. Deixe em forno médio por 25 minutos.
Calda:
Enquanto espera, faça a calda. Misture água como açúcar e deixe por 10 minutos no fogo.
Chantilly:
Bata o creme de leite e o açúcar. Quando começar a firmar, desligue a batedeira.
Torta:
Para montar o bolo, desenforme e retire as camadas escuras de cima e de baixo. Divida em duas partes. Junte um pouco de kirsch à calda de açúcar e molhe bem o bolo. Corte os morangos no meio e enfeite o pão-de-ló. Cubra com chantilly e depois com morango em pedaços. A outra parte do pão-de-ló fica por cima. Jogue a calda de açúcar e mais um pouco de chantilly. Deixe no congelador por 10 minutos. Tire a fôrma e enfeite com castanhas e morangos inteiros.
Marcadores:
quinta-feira
quarta-feira=Vichyçoise
Vichyçoise
Ingredientes:
-2 batatas grandes cozidas e amassadas
-meia xícara de creme de leite fresco
-2 colheres de sopa de manteiga
-1 cebola
-4 alhos poró picados
-5 xícaras de caldo de frango
-noz moscada, sal e pimenta
Modo de fazer:
Bata no liqüidificador a batata e o caldo de frango (tem que ser natural feito com os ossos do frango). Junte o alho poró, a cebola e a manteiga. Depois ponha numa vasilha e misture o creme de leite fresco. Tempere com noz moscada, sal e pimenta. Decore com folhas de aipo e está pronta uma sopa deliciosa.
Ingredientes:
-2 batatas grandes cozidas e amassadas
-meia xícara de creme de leite fresco
-2 colheres de sopa de manteiga
-1 cebola
-4 alhos poró picados
-5 xícaras de caldo de frango
-noz moscada, sal e pimenta
Modo de fazer:
Bata no liqüidificador a batata e o caldo de frango (tem que ser natural feito com os ossos do frango). Junte o alho poró, a cebola e a manteiga. Depois ponha numa vasilha e misture o creme de leite fresco. Tempere com noz moscada, sal e pimenta. Decore com folhas de aipo e está pronta uma sopa deliciosa.
Marcadores:
quarta-feira
terça-feira=Gazpacho
Gazpacho
Ingredientes:
-1 quilo de tomate sem pele e sem sementes
-meio quilo de pepino sem pele e sem sementes
-1 tomate e 1 pepino picados
-2 cebolas grandes picadas
-3 dentes de alho
-1 xícara de suco de tomate de garrafa
-2 colheres de vinagre tinto
-3 colheres de azeite
-meio litro de caldo de carne
-sal e pimenta
Modo de fazer:
Bata o pepino e o caldo de carne (aquela água que sobra quando se cozinha um pedaço de carne) no liqüidificador. Acrescente o tomate e bata até desmanchar tudo. Ponha a cebola e o alho e bata outra vez. Despeje a mistura numa tigela e tempere com sal e pimenta. Junte o tomate e o pepino picados, o suco de tomate, o azeite e o vinagre, mexa bem. Sirva gelada e decorada com tomatinhos cereja partidos ao meio.
Ingredientes:
-1 quilo de tomate sem pele e sem sementes
-meio quilo de pepino sem pele e sem sementes
-1 tomate e 1 pepino picados
-2 cebolas grandes picadas
-3 dentes de alho
-1 xícara de suco de tomate de garrafa
-2 colheres de vinagre tinto
-3 colheres de azeite
-meio litro de caldo de carne
-sal e pimenta
Modo de fazer:
Bata o pepino e o caldo de carne (aquela água que sobra quando se cozinha um pedaço de carne) no liqüidificador. Acrescente o tomate e bata até desmanchar tudo. Ponha a cebola e o alho e bata outra vez. Despeje a mistura numa tigela e tempere com sal e pimenta. Junte o tomate e o pepino picados, o suco de tomate, o azeite e o vinagre, mexa bem. Sirva gelada e decorada com tomatinhos cereja partidos ao meio.
Marcadores:
terça-feira
segunda-feira=Sobremesa de Chocolate com Nozes
Sobremesa de Chocolate com Nozes
Ingredientes:
-300 gramas de suspiros
-1 lata de creme de leite
-8 colheres de sopa de chocolate em pó
-1 xícara de nozes picadas
-3 colheres de sopa de açúcar
Modo de Fazer:
Quebre os suspiros e misture com o chocolate em pó e o creme de leite. Ponha em uma travessa. Numa panela, misture o açúcar e as nozes, mexendo até dourar. Ponha sobre o creme de chocolate. Leve à geladeira por 15 minutos. A sobremesa está pronta.(Observação não é calda de açúcar é apenas uma mistura para adoçar as nozes. Vai servir para cobertura, não misturando com o creme.)
Ingredientes:
-300 gramas de suspiros
-1 lata de creme de leite
-8 colheres de sopa de chocolate em pó
-1 xícara de nozes picadas
-3 colheres de sopa de açúcar
Modo de Fazer:
Quebre os suspiros e misture com o chocolate em pó e o creme de leite. Ponha em uma travessa. Numa panela, misture o açúcar e as nozes, mexendo até dourar. Ponha sobre o creme de chocolate. Leve à geladeira por 15 minutos. A sobremesa está pronta.(Observação não é calda de açúcar é apenas uma mistura para adoçar as nozes. Vai servir para cobertura, não misturando com o creme.)
Marcadores:
segunda-feira
feriado=Gosto Superior(vegetarianos)
"Faze aos Outros..."
Não tenho dúvida de que a suspensão do consumo de animais faz parte integrante do destino da raça humana em seu aperfeiçoamento gradual.
Thoreau
Sinto que o progresso espiritual requer, em uma determinada etapa, que paremos de matar nossos companheiros, os animais, para satisfação de nossos desejos corpóreos.
Gandhi
A cada ano matam-se 134 milhões de mamíferos e 3 bilhões de aves para alimento nos Estados Unidos. Mas poucas pessoas fa/em qualquer ligação consciente entre esta matança e os produtos cárneos que aparecem em suas mesas. Nos anúncios de lolcvisão um palhaço chamado Ronald McDonald diz às crianças iiic o hamburger nasce nas "formas de hamburger". A verdade não é tão agradável — os matadouros comerciais assemelham-se ;i visões do inferno. Animais a berrar são golpeados por açoites e malho, por choque elétrico e por armas de concussão. Eles são, rnlão, suspensos pêlos pés e transportados através das fábricas da morte em sistemas condutores mecanizados. Muitas vezes, ainda vivos, suas gargantas são furadas e sua carne cortada. Descrevendo suas impressões de uma visita feita a um matadouro, o 1'íinipeão de ténis Peter Burwash escreveu em seu livro A ViWtarian Primer. "Não costumo me amedrontar muito facilmente. Eu jogava hóquei até quando me fizeram engolir metade dos meus dentes. E sou altamente competitivo em quadra de iniis, mas aquela experiência no matadouro aterrorizou-me.
Gosto Superior
"ttize aos Outros..."
22
23
Quando saí de lá, eu sabia que nunca mais maltrataria um animal novamente! Eu conhecia todos os argumentos fisiológicos, económicos e ecológicos que apoiavam o vegetarianismo, mas foi a experiência direta da crueldade do homem para com os animais que estabeleceu o verdadeiro alicerce de meu compromisso com o vegetarianismo".
A Grécia e Roma antigas
Considerações éticas sempre têm impelido muitas das maiores personalidades do mundo a adotarem uma dieta vegetariana. Pitágoras, famoso por suas contribuições à Geometria e à Matemática, disse: "Oh! queridos companheiros, não profaneis vossos corpos com alimentos pecaminosos. Nós temos milho, temos maçãs que curvam os galhos com seu peso e uvas crescendo nos vinhedos. Há ervas de sabor doce e legumes que podem ser cozidos e abrandados no fogo, nem se nos nega o leite ou o mel perfumado com menta. A terra proporciona um suprimento exuberante de riquezas, de alimentos inocentes e oferece-nos banquetes que não envolvem derramamento de sangue ou matança; somente as feras satisfazem sua fome com carne, mas nem todas elas, pois os cavalos, o gado e as ovelhas subsistem de grama". O biógrafo Diógenes conta-nos que Pitágoras comia pão e mel pela manhã e legumes crus à noite. Ele também pagava aos pescadores para que estes jogassem sua pesca de volta ao mar.
Em um ensaio intitulado "Acerca do Consumo da Carne" o autor romano Plutarco escreveu: "Podeis realmente perguntar que motivo tinha Pitágoras para se abster de carne? De minha parte não entendo através de que acidente e em que estado de espírito foi que a primeira pessoa sujou sua boca com sangue e levou seus lábios em direção à carne de uma criatura morta, pôs mesas de corpos mortos e em decomposição e ousou chamar de alimento e nutrição as partes que pouco antes haviam bramido e chorado, movimentavam-se e viviam. Como poderiam os olhos suportar a matança em que as gargantas eram perfuradas, a pele
esfolada e os membros arrancados? Como poderia seu nariz aguentar o fedor? Como é que a contaminação não ensombrava seu paladar, o qual fazia contato com as misérias dos outros e sorvia os sucos e os soros de feridas mortais? Certamente não são leões e lobos que comemos para defesa pessoal; pelo contrário, ignoramos estes e chacinamos criaturas dóceis e inofensivas, sem presas ou dentes para nos atacar. Por um pouco de carne tiramo-lhes o sol, a luz e a duração de suas vidas a que elas têm direito por seu nascimento e por sua existência".
Ele, então, lançou este desafio aos carnívoros: "se afirmais ser naturalmente projetados para esta dieta, então primeiramente matais vós mesmos aquilo que desejais comer. Entretanto, lazei isto somente através de vossos próprios recursos, sem ajuda de um cutelo, de um cacete ou de qualquer tipo de machado".
Da Vinci, Rousseau, Franklin...
Leonardo Da Vinci, o grande pintor, inventor, escultor e poeta da Renascença, epitomou a abordagem ética ao vegetarianismo. Ele escreveu: "Aquele que não dá valor à vida não a merece". Ele considerava os corpos dos comedores de carne como sendo locais de sepultamento", sepulturas dos animais que eles comiam. Seus livros e anotações estão cheios de passagens que mostram sua compaixão pelas criaturas vivas. Ele lamentava: "Números incontáveis destes animais terão seus filhos arrancados deles, rasgados e barbaramente trucidados".
O filósofo francês Jean Jaques Rousseau era um defensor da ordem natural. Ele observou que os animais carnívoros são geralmente mais cruéis do que os herbívoros. Ele concluiu, portanto, que uma dieta vegetariana produziria uma pessoa mais compassiva. Chegou mesmo a aconselhar que não se permitisse iiic os açougueiros testemunhassem no tribunal ou que se sentassem no júri. Em The Wealth ofNations (A Riqueza das Nações) o economista Adam Smith proclamou as vantagens de uma dieta ve-iriariana. "Pode-se, de fato pôr em dúvida se a carne dos açougues
Gosto Superior
24
25
ln:i' ti/is Outros..."
é, de alguma maneira, necessária à vida. Grãos e outros legumes, juntamente com o leite, queijo e manteiga, ou óleo, caso não se tenha manteiga, propiciam a dieta mais completa, saudável, nutritiva e revigorante. Em nenhum lugar o decoro impõe que alguma pessoa deva comer carne". Considerações semelhantes motivaram Benjamin Franklin a se tornar um vegetariano aos dezesseis anos de idade. Franklin lucrou daí "maior progresso dessa maior clareza de pensamento e mais rápida compreensão". Em seus escritos auto-biográficos ele chamava o consumo de carne de "assassinato imotivado". O poeta Shelley era vegetariano convicto. Em seu ensaio "Em Defesa da Dieta Natural", ele escreveu: "Que o defensor da alimentação animal seja forçado a uma experiência da conveniência da mesma e, como recomenda Plutarco rasgue, um cordeiro vivo com seus dentes e, mergulhando sua cabeça nos órgãos vitais deste, mate sua sede com o sangue fumegante... então, e só então, ele teria alguma lógica". O interesse de Shelley pelo vegetarianismo começou quando ele era estudante em Oxford, e ele e Harriet, sua esposa, adotaram a dieta logo após o seu casamento. Em uma carta datada de 14 de março de 1812, sua esposa escreveu a uma amiga: "Nós abandonamos a carne e adotamos o sistema pitagorista". Shelley, em seu poema Queen Mab, descreveu um mundo utópico onde as pessoas não matavam animais para se alimentar.
...agora de não mais
Mata o cordeiro que o olha com confiança, E brutalmente devora sua macerada carcaça, A qual, ainda implorando da natureza a vingança, Atiça todos os humores pútridos de sua devassa: Todas as paixões daninhas, todas as vãs crenças, Ódio, desespero e desprezo em sua mente, Os germes da miséria, morte, crime e doenças.
O escritor russo Leon Tolstoy tornou-se vegetariano em IHX5. Abandonando o esporte da caça, ele defendia o "pacifis-nio vegetariano" e era contrário a que se matassem mesmo as menores entidades vivas, tais como as formigas. Ele sentia haver uma progressão natural da violência que conduzia inevitavelmente a sociedade humana à guerra. Em seu ensaio "O Primeiro Passo", Tolstoy escreveu que o consumo de carne é "simplesmente imo-i;il, visto que envolve a execução de um ato contrário a conduta moral: matar". Tolstoy acreditava que, ao matar, "o homem suprime em si mesmo, desnecessariamente, a capacidade espiritu-íil mais elevada — a da compaixão para com os seres vivos como fie — e, ao violar seus próprios sentimentos, torna-se cruel".
O compositor Richard Wagner acreditava que toda vida era sagrada. Ele via no vegetarianismo a "dieta da natureza", a qual poderia salvar a humanidade das tendências violentas e ajudar-nos a retornar ao "Paraíso há muito perdido".
Em muitas ocasiões de sua vida, Henry David Thoreau foi um vegetariano. Embora sua prática fosse, na melhor das hipó-lf sés, irregular, ele reconhecia suas virtudes. Em Walden ele es-uvvcu: "Não é uma vergonha que o homem seja um animal f arnívoro? É verdade que ele pode viver, e vive, em granda me-ilida, da captura de outros animais; mas isto é uma forma mise-lávcl — como qualquer pessoa que pegar coelhos numa armadilha ou matar cordeiros poderá aprender — e será considerado um benfeitor de sua raça aquele que ensinar às pessoas a st- restringir a uma dieta mais inocente e saudável. Qualquer que seja minha prática, não tenho dúvida de que a suspensão do consumo de animais faça parte integrante do destino da raça humana em seu aperfeiçoamento gradual, da mesma forma que as li ihos selvagens deixaram de ser antropófagas ao entrarem em mulato com as mais civilizadas".
"l-aze aos Outros..."
27
Gosto Superior
26
O Século XX
Desnecessário se faz dizer que Mohandas Gandhi, o grande apóstolo da não-violência do Século XX, era vegetariano. Seus pais, sendo devotos hindus, nunca lhe deram carne, peixes ou ovos. Todavia, sob a regulação britânica, houve uma grande investida contra os princípios milenares da cultura indiana. Debaixo de tais pressões, muitos indianos passaram a adotar os hábitos carnívoros do Ocidente. Mesmo Gandhi foi vítima dos conselhos de alguns de seus colegas de classe que instavam a que ele comesse carne, pois ela aumentaria sua força e coragem. Mas, depois, ele assumiu novamente uma dieta vegetariana e escreveu: "É necessário que se corrija o erro de que o vegetarianismo nos tenha tornado fracos de mente ou passivos ou inertes de ação. Não considero a alimentação carnívora necessária em qualquer etapa". Ele escreveu cinco livros sobre vegetarianismo. Sua própria dieta diária incluía germe de trigo, pasta de amêndoa, hortaliças, limões e mel. Ele fundou a Fazenda Tolstoy, uma comunidade baseada em princípios vegetarianos. Em seu livro A Base Moral do Vegetarianismo, Gandhi escreveu: "Eu considero a alimentação cárnea inadequada à nossa espécie. Erramos ao copiar o mundo animal inferior se somos superiores a ele". Ele percebia que os princípios éticos eram uma base mais sólida para a adesão a um regime vegetariano que as razões de saúde. "Sinto", afirmou ele, "que o progresso espiritual requer, em uma determinada etapa, que paremos de matar nossos companheiros, os animais, buscando satisfazer nossos desejos corpóreos".
O dramaturgo George Bernard Shaw tentou primeiramente tornar-se vegetariano aos 25 anos de idade. "Foi Shelley quem por primeiro abriu meus olhos para a selvageria de minha dieta", escreveu ele em sua auto-biografia. Os médicos de Shaw avisaram-no de que a dieta iria matá-lo. Quando já estava velho, perguntaram-lhe porque ele não mostrava a eles o bem que a dieta lhe fez. Ele replicou: "Eu gostaria, mas eles já faleceram
anos atrás!" Certa vez, alguém lhe perguntou porque ele parecia tão jovem. "Não, eu não pareço", retrucou ele. "Aparento a idade que tenho. São as outras pessoas que parecem ser mais velhas do que são. Que pode você esperar de pessoas que comem cadáveres?" Sobre a correlação entre o consumo de carne e a, violência na sociedade humana, Shaw escreveu:
Oramos aos domingos para que possamos ter luz Que guie nossas passadas na trilha que palmitamos; Estamos saturados de guerra, o conflito não nos seduz; Mesmo assim é dos mortos que nos fartamos.
H. G. Wells escreveu acerca do vegetarianismo em sua visão de um mundo futuro, A Modern Utopia. "Em todo o mundo da Utopia não existe carne. Costumava haver. Mas agora não podemos tolerar a ideia dos açougues. E, em uma população educada e com aproximadamente o mesmo nível de boa condição física, é praticamente impossível encontrar alguém que degole um boi ou um porco... Ainda posso recordar, em minha juventude, a alegria ao fechar o último matadouro".
O escritor Isaac Bashevis Singer, ganhador do prémio Nobel, lornou-se vegetariano em 1962, aos 58 anos de idade. Ele disse: "Naturalmente lamento agora que tenha esperado tanto, mas antes larde do que nunca". Ele julga o vegetarianismo muito compatível com seu sistema místico de judaísmo. "Todos nós somos criaturas de Deus — é incoerente o fato de orarmos a Deus por misericórdia e justiça, enquanto continuamos a comer a carne dos animais que são mortos por nossa própria causa"... Embora aprecie o aspecto saudável do vegetarianismo, ele afirma muito claramente que a consideração ética é primária. "Mesmo que demonstrassem que comer carne faz bem para a saúde, ainda iissim eu certamente não a comeria".
Singer denota pouca paciência com as justificativas inteirei uais para o consumo de carne. "Vários filósofos e líderes
Não tenho dúvida de que a suspensão do consumo de animais faz parte integrante do destino da raça humana em seu aperfeiçoamento gradual.
Thoreau
Sinto que o progresso espiritual requer, em uma determinada etapa, que paremos de matar nossos companheiros, os animais, para satisfação de nossos desejos corpóreos.
Gandhi
A cada ano matam-se 134 milhões de mamíferos e 3 bilhões de aves para alimento nos Estados Unidos. Mas poucas pessoas fa/em qualquer ligação consciente entre esta matança e os produtos cárneos que aparecem em suas mesas. Nos anúncios de lolcvisão um palhaço chamado Ronald McDonald diz às crianças iiic o hamburger nasce nas "formas de hamburger". A verdade não é tão agradável — os matadouros comerciais assemelham-se ;i visões do inferno. Animais a berrar são golpeados por açoites e malho, por choque elétrico e por armas de concussão. Eles são, rnlão, suspensos pêlos pés e transportados através das fábricas da morte em sistemas condutores mecanizados. Muitas vezes, ainda vivos, suas gargantas são furadas e sua carne cortada. Descrevendo suas impressões de uma visita feita a um matadouro, o 1'íinipeão de ténis Peter Burwash escreveu em seu livro A ViWtarian Primer. "Não costumo me amedrontar muito facilmente. Eu jogava hóquei até quando me fizeram engolir metade dos meus dentes. E sou altamente competitivo em quadra de iniis, mas aquela experiência no matadouro aterrorizou-me.
Gosto Superior
"ttize aos Outros..."
22
23
Quando saí de lá, eu sabia que nunca mais maltrataria um animal novamente! Eu conhecia todos os argumentos fisiológicos, económicos e ecológicos que apoiavam o vegetarianismo, mas foi a experiência direta da crueldade do homem para com os animais que estabeleceu o verdadeiro alicerce de meu compromisso com o vegetarianismo".
A Grécia e Roma antigas
Considerações éticas sempre têm impelido muitas das maiores personalidades do mundo a adotarem uma dieta vegetariana. Pitágoras, famoso por suas contribuições à Geometria e à Matemática, disse: "Oh! queridos companheiros, não profaneis vossos corpos com alimentos pecaminosos. Nós temos milho, temos maçãs que curvam os galhos com seu peso e uvas crescendo nos vinhedos. Há ervas de sabor doce e legumes que podem ser cozidos e abrandados no fogo, nem se nos nega o leite ou o mel perfumado com menta. A terra proporciona um suprimento exuberante de riquezas, de alimentos inocentes e oferece-nos banquetes que não envolvem derramamento de sangue ou matança; somente as feras satisfazem sua fome com carne, mas nem todas elas, pois os cavalos, o gado e as ovelhas subsistem de grama". O biógrafo Diógenes conta-nos que Pitágoras comia pão e mel pela manhã e legumes crus à noite. Ele também pagava aos pescadores para que estes jogassem sua pesca de volta ao mar.
Em um ensaio intitulado "Acerca do Consumo da Carne" o autor romano Plutarco escreveu: "Podeis realmente perguntar que motivo tinha Pitágoras para se abster de carne? De minha parte não entendo através de que acidente e em que estado de espírito foi que a primeira pessoa sujou sua boca com sangue e levou seus lábios em direção à carne de uma criatura morta, pôs mesas de corpos mortos e em decomposição e ousou chamar de alimento e nutrição as partes que pouco antes haviam bramido e chorado, movimentavam-se e viviam. Como poderiam os olhos suportar a matança em que as gargantas eram perfuradas, a pele
esfolada e os membros arrancados? Como poderia seu nariz aguentar o fedor? Como é que a contaminação não ensombrava seu paladar, o qual fazia contato com as misérias dos outros e sorvia os sucos e os soros de feridas mortais? Certamente não são leões e lobos que comemos para defesa pessoal; pelo contrário, ignoramos estes e chacinamos criaturas dóceis e inofensivas, sem presas ou dentes para nos atacar. Por um pouco de carne tiramo-lhes o sol, a luz e a duração de suas vidas a que elas têm direito por seu nascimento e por sua existência".
Ele, então, lançou este desafio aos carnívoros: "se afirmais ser naturalmente projetados para esta dieta, então primeiramente matais vós mesmos aquilo que desejais comer. Entretanto, lazei isto somente através de vossos próprios recursos, sem ajuda de um cutelo, de um cacete ou de qualquer tipo de machado".
Da Vinci, Rousseau, Franklin...
Leonardo Da Vinci, o grande pintor, inventor, escultor e poeta da Renascença, epitomou a abordagem ética ao vegetarianismo. Ele escreveu: "Aquele que não dá valor à vida não a merece". Ele considerava os corpos dos comedores de carne como sendo locais de sepultamento", sepulturas dos animais que eles comiam. Seus livros e anotações estão cheios de passagens que mostram sua compaixão pelas criaturas vivas. Ele lamentava: "Números incontáveis destes animais terão seus filhos arrancados deles, rasgados e barbaramente trucidados".
O filósofo francês Jean Jaques Rousseau era um defensor da ordem natural. Ele observou que os animais carnívoros são geralmente mais cruéis do que os herbívoros. Ele concluiu, portanto, que uma dieta vegetariana produziria uma pessoa mais compassiva. Chegou mesmo a aconselhar que não se permitisse iiic os açougueiros testemunhassem no tribunal ou que se sentassem no júri. Em The Wealth ofNations (A Riqueza das Nações) o economista Adam Smith proclamou as vantagens de uma dieta ve-iriariana. "Pode-se, de fato pôr em dúvida se a carne dos açougues
Gosto Superior
24
25
ln:i' ti/is Outros..."
é, de alguma maneira, necessária à vida. Grãos e outros legumes, juntamente com o leite, queijo e manteiga, ou óleo, caso não se tenha manteiga, propiciam a dieta mais completa, saudável, nutritiva e revigorante. Em nenhum lugar o decoro impõe que alguma pessoa deva comer carne". Considerações semelhantes motivaram Benjamin Franklin a se tornar um vegetariano aos dezesseis anos de idade. Franklin lucrou daí "maior progresso dessa maior clareza de pensamento e mais rápida compreensão". Em seus escritos auto-biográficos ele chamava o consumo de carne de "assassinato imotivado". O poeta Shelley era vegetariano convicto. Em seu ensaio "Em Defesa da Dieta Natural", ele escreveu: "Que o defensor da alimentação animal seja forçado a uma experiência da conveniência da mesma e, como recomenda Plutarco rasgue, um cordeiro vivo com seus dentes e, mergulhando sua cabeça nos órgãos vitais deste, mate sua sede com o sangue fumegante... então, e só então, ele teria alguma lógica". O interesse de Shelley pelo vegetarianismo começou quando ele era estudante em Oxford, e ele e Harriet, sua esposa, adotaram a dieta logo após o seu casamento. Em uma carta datada de 14 de março de 1812, sua esposa escreveu a uma amiga: "Nós abandonamos a carne e adotamos o sistema pitagorista". Shelley, em seu poema Queen Mab, descreveu um mundo utópico onde as pessoas não matavam animais para se alimentar.
...agora de não mais
Mata o cordeiro que o olha com confiança, E brutalmente devora sua macerada carcaça, A qual, ainda implorando da natureza a vingança, Atiça todos os humores pútridos de sua devassa: Todas as paixões daninhas, todas as vãs crenças, Ódio, desespero e desprezo em sua mente, Os germes da miséria, morte, crime e doenças.
O escritor russo Leon Tolstoy tornou-se vegetariano em IHX5. Abandonando o esporte da caça, ele defendia o "pacifis-nio vegetariano" e era contrário a que se matassem mesmo as menores entidades vivas, tais como as formigas. Ele sentia haver uma progressão natural da violência que conduzia inevitavelmente a sociedade humana à guerra. Em seu ensaio "O Primeiro Passo", Tolstoy escreveu que o consumo de carne é "simplesmente imo-i;il, visto que envolve a execução de um ato contrário a conduta moral: matar". Tolstoy acreditava que, ao matar, "o homem suprime em si mesmo, desnecessariamente, a capacidade espiritu-íil mais elevada — a da compaixão para com os seres vivos como fie — e, ao violar seus próprios sentimentos, torna-se cruel".
O compositor Richard Wagner acreditava que toda vida era sagrada. Ele via no vegetarianismo a "dieta da natureza", a qual poderia salvar a humanidade das tendências violentas e ajudar-nos a retornar ao "Paraíso há muito perdido".
Em muitas ocasiões de sua vida, Henry David Thoreau foi um vegetariano. Embora sua prática fosse, na melhor das hipó-lf sés, irregular, ele reconhecia suas virtudes. Em Walden ele es-uvvcu: "Não é uma vergonha que o homem seja um animal f arnívoro? É verdade que ele pode viver, e vive, em granda me-ilida, da captura de outros animais; mas isto é uma forma mise-lávcl — como qualquer pessoa que pegar coelhos numa armadilha ou matar cordeiros poderá aprender — e será considerado um benfeitor de sua raça aquele que ensinar às pessoas a st- restringir a uma dieta mais inocente e saudável. Qualquer que seja minha prática, não tenho dúvida de que a suspensão do consumo de animais faça parte integrante do destino da raça humana em seu aperfeiçoamento gradual, da mesma forma que as li ihos selvagens deixaram de ser antropófagas ao entrarem em mulato com as mais civilizadas".
"l-aze aos Outros..."
27
Gosto Superior
26
O Século XX
Desnecessário se faz dizer que Mohandas Gandhi, o grande apóstolo da não-violência do Século XX, era vegetariano. Seus pais, sendo devotos hindus, nunca lhe deram carne, peixes ou ovos. Todavia, sob a regulação britânica, houve uma grande investida contra os princípios milenares da cultura indiana. Debaixo de tais pressões, muitos indianos passaram a adotar os hábitos carnívoros do Ocidente. Mesmo Gandhi foi vítima dos conselhos de alguns de seus colegas de classe que instavam a que ele comesse carne, pois ela aumentaria sua força e coragem. Mas, depois, ele assumiu novamente uma dieta vegetariana e escreveu: "É necessário que se corrija o erro de que o vegetarianismo nos tenha tornado fracos de mente ou passivos ou inertes de ação. Não considero a alimentação carnívora necessária em qualquer etapa". Ele escreveu cinco livros sobre vegetarianismo. Sua própria dieta diária incluía germe de trigo, pasta de amêndoa, hortaliças, limões e mel. Ele fundou a Fazenda Tolstoy, uma comunidade baseada em princípios vegetarianos. Em seu livro A Base Moral do Vegetarianismo, Gandhi escreveu: "Eu considero a alimentação cárnea inadequada à nossa espécie. Erramos ao copiar o mundo animal inferior se somos superiores a ele". Ele percebia que os princípios éticos eram uma base mais sólida para a adesão a um regime vegetariano que as razões de saúde. "Sinto", afirmou ele, "que o progresso espiritual requer, em uma determinada etapa, que paremos de matar nossos companheiros, os animais, buscando satisfazer nossos desejos corpóreos".
O dramaturgo George Bernard Shaw tentou primeiramente tornar-se vegetariano aos 25 anos de idade. "Foi Shelley quem por primeiro abriu meus olhos para a selvageria de minha dieta", escreveu ele em sua auto-biografia. Os médicos de Shaw avisaram-no de que a dieta iria matá-lo. Quando já estava velho, perguntaram-lhe porque ele não mostrava a eles o bem que a dieta lhe fez. Ele replicou: "Eu gostaria, mas eles já faleceram
anos atrás!" Certa vez, alguém lhe perguntou porque ele parecia tão jovem. "Não, eu não pareço", retrucou ele. "Aparento a idade que tenho. São as outras pessoas que parecem ser mais velhas do que são. Que pode você esperar de pessoas que comem cadáveres?" Sobre a correlação entre o consumo de carne e a, violência na sociedade humana, Shaw escreveu:
Oramos aos domingos para que possamos ter luz Que guie nossas passadas na trilha que palmitamos; Estamos saturados de guerra, o conflito não nos seduz; Mesmo assim é dos mortos que nos fartamos.
H. G. Wells escreveu acerca do vegetarianismo em sua visão de um mundo futuro, A Modern Utopia. "Em todo o mundo da Utopia não existe carne. Costumava haver. Mas agora não podemos tolerar a ideia dos açougues. E, em uma população educada e com aproximadamente o mesmo nível de boa condição física, é praticamente impossível encontrar alguém que degole um boi ou um porco... Ainda posso recordar, em minha juventude, a alegria ao fechar o último matadouro".
O escritor Isaac Bashevis Singer, ganhador do prémio Nobel, lornou-se vegetariano em 1962, aos 58 anos de idade. Ele disse: "Naturalmente lamento agora que tenha esperado tanto, mas antes larde do que nunca". Ele julga o vegetarianismo muito compatível com seu sistema místico de judaísmo. "Todos nós somos criaturas de Deus — é incoerente o fato de orarmos a Deus por misericórdia e justiça, enquanto continuamos a comer a carne dos animais que são mortos por nossa própria causa"... Embora aprecie o aspecto saudável do vegetarianismo, ele afirma muito claramente que a consideração ética é primária. "Mesmo que demonstrassem que comer carne faz bem para a saúde, ainda iissim eu certamente não a comeria".
Singer denota pouca paciência com as justificativas inteirei uais para o consumo de carne. "Vários filósofos e líderes
Marcadores:
feriado
Assinar:
Postagens (Atom)