Portugal
É impossível não falar de vinho quando o assunto é culinária portuguesa, porém muita gente ainda pensa que sinônimo de vinho português é unicamente o vinho do porto. É compreensível essa relação, afinal ele é considerado um ícone da vinicultura mundial,Porém de duas décadas para cá Portugal obteve avanços na produção, principalmente no campo tecnológico, que fez com que o país começasse a apresentar outros vinhos de qualidade, ficando ainda melhor representado mundialmente.Portugal ainda é um país que procura manter a tradição em sua produção vinícola, isso pode ser visto de duas formas, uma positiva e outra negativa. O lado bom da história é que o país consegue manter o padrão dos vinhos produzidos há mais de 500 anos, o que também pode ser um ponto negativo, pois tradicionalmente os vinhos portugueses são mais duros e encorpados o que costuma não agradar os novos consumidores acostumados aos mais elegantes e sofisticados. Visando atrair uma maior parcela do mercado externo, muitos produtores já trataram de modernizar suas bodegas e atualmente já é possível encontrar vinhos de altíssima qualidade no país
Tinto
-Garrafeira – R$ 58,00
Produzido 100% a partir da casta castelão (periquita) de vinhas da denominação de origem Palmela. Os solos arenosos e argilo-arenosos, o clima temperado-quente que caracteriza esta região e as vinhas velhas de alta densidade de plantação, constituem as condições ideais para a obtenção das uvas de grande qualidade que utilizamos. A sua vinificação clássica é seguida por um estágio durante cerca de um ano em meias-pipas de carvalho. Após o engarrafamento ainda envelhece nas caves durante alguns anos antes de ser lançado no mercado, então apresentando as características marcadas de um Palmela no seu estado “adulto”: cor rubi, por vezes, com halos alaranjados, encorpado e macio na boca, com aromas e sabores de compotas de frutos encarnados combinados com notas de couro, folha de tabaco e especiarias.
-Plansel Jorge Bohn – R$ 59,00
A pequena vinícola Plansel, situada na sub-região de Évora, pertence à família de Jorge Böhn, de origem alemã. Os vinhos são elaborados por sua filha, a talentosa Dorina Lindemann. Apresenta uma coloração granada intenso. Sobressaem no nariz as notas de frutas vermelhas maduras e de especiarias doces (baunilha em particular). Macio e de médio impacto, com bom frescor frutado na boca.Vinho varietal ,corte de várias castas de uvas portuguesas
-Quinta da Bacalhôa – R$ 125,00
A vinha foi plantada em 1972, em solos calcários vermelhos e bem drenados, com as castas Cabernet sauvignon (90%) e Merlot (10%). Durante cerca de uma semana. segue-se um período de maceração pelicular de 4 a 6 semanas, que promove uma maior extração dos elementos nobres das películas como a subseqüente fermentação . Finalmente separam-se os vinhos das partes sólidas, elaborando-se o lote final. o vinho estagia durante 9 a 14 meses em barricas de carvalho.É um tinto carnudo, com taninos cobertos, uma boa acidez e um estilo de veludo muito atraente
- Periquita ½ – R$ 28,00
Periquita é uma das marcas singulares mais antigas de vinhos do mundo. Criada por José Maria da Fonseca, em 1850, exibe invejável trajetória de universal sucesso e aprovação. Ostenta bela cor rubi, aromas e sabores complexos, frutados a cerejas maduras e morangos, com uma nota de especiarias.Varietal com três uvas castelão (70%),trincadeira (20%)e aragonêz(10%) corpo médio a cheio, é carnudo e bem estruturado. um tinto fácil de gostar e que não se torna monótono.Agradável para ser bebido ainda jovem, possui força para viver em belo estado por aproximadamente 10 anos, se bem conservada a garrafa.
próxima postagem,África do Sul
segunda-feira, 2 de julho de 2007
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